segunda-feira, 26 de junho de 2017

30 motivos para se encantar com Lisboa

Alfama
Este é um dos bairros mais típicos de cidade. É possível ver vestígios das ocupações Romana e Árabe, duas das civilizações mais dominantes no passado de Lisboa. As ruas estreitas, resultado da cultura Muçulmana, são uma marca do Corão, onde pouco valor é dado às fachadas em detrimento do interior das casas, que é muito mais valorizado. Já foi lar de delinquentes e desafortunados e, devido à sua proximidade com o mar, foi também casa de muitos marinheiros.
Reconstruída pela população local após o terremoto de 1755, Alfama correu o risco de ser demolida, o que felizmente não aconteceu uma vez que esta zona da cidade foi considerada um livro de história viva, onde o passado se mistura com o presente.

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Avenida da Liberdade
É uma das mais importantes avenidas da cidade de Lisboa, construída no estilo dos Campos Elísios em Paris. Depois do Terremoto de 1755, o Marquês de Pombal criou o Passeio Público na área atualmente ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores. Apesar do nome, era rodeado por muros e portões por onde só passavam os membros da alta sociedade. Em 1821, quando os Liberais subiram ao poder, os muros foram derrubados e o Passeio foi aberto a todos.
A grande avenida arborizada tornou-se num centro de cortejos, festividades e manifestações. A Avenida ainda conserva a sua elegância, com fontes e esplanadas magníficas sob as árvores. Majestosa, com 90 metros de largura e pavimentos decorados com padrões abstratos, está agora dividida por dez faixas de trânsito que ligam os Restauradores à Praça do Marquês de Pombal, para o Norte.
É repleta de hotéis, alguns dos melhores cafés, teatros e Universidades. Também estão lojas de marcas internacionalmente conhecidas como Louis Vuitton, Prada, Dolce & Gabbana, Armani, Todd's, Burberry e lojas multimarca de luxo que vendem marcas como Christian Dior, Chanel, Versace, Balmain, Gucci, Givenchy, Yves Saint Laurent, Michael Kors, Stella McCartney, Christian Louboutin, Donna Karan, etc.
Há vários monumentos e estátuas:
- Estátua de Alexandre Herculano, da autoria de Barata Feio;
- Estátua de Almeida Garrett do mesmo autor;
- Estátua de António Feliciano de Castilho, de Leopoldo de Almeida;
- Estátua de Oliveira Martins, de Leopoldo de Almeida;
- Monumento a Rosa Araújo, de Costa Mota;
- Monumento aos Mortos da Grande Guerra, de Maximiano Alves e pelos irmãos Rebelo de Andrade;
- Estátua de Simon Bolivar, de Arturo R. Aguilero, que foi oferecida pela Comunidade Portuguesa na Venezuela a Portugal, tendo sido inaugurada em 1978;
- Monumento a Pinheiro Chagas, de Costa Mota.

Bairro Alto
Desde 1980, abriga a animada vida noturna de Lisboa. É no meio das ruas estreitas de pedras que se concentram os bares, restaurantes e discotecas que abrem cedo e fecham tarde.

Castelo de São Jorge
Era uma pequena cidade Moura, que foi transformada na residência dos reis portugueses em 1511. Hoje é um dos pontos mais bonitos de Lisboa, onde os visitantes podem subir nas torres e andar ao longo de suas altas muralhas.
Rua do Chão da Feira, 1100.
Funciona todos os dias das 09:00 às 21:00 horas.

Chiado
É uma área de comércio nobre com todo o tipo de facilidades e animação de rua. Aqui encontra hotéis, teatros, livrarias, museus, restaurantes, lojas de designers portugueses famosos e o famoso refúgio favorito de personalidades como Fernando Pessoa e Eça de Queiroz: o café "A Brasileira".
No dia 25 de agosto de 1988, o Chiado foi devastado por um fogo que começou num armazém na Rua do Carmo e que se estendeu até à Rua Garrett. Apesar de ainda serem visíveis algumas cicatrizes desse terrível acontecimento, um impressionante programa de recuperação devolveu ao Chiado a vida dos tempos passados com melhorias dos tempos atuais.

Convento do Carmo
Em ruína, é uma das principais lembranças dos tremores que atingiram Lisboa em 1755. A parte da igreja e do santuário em que o teto não desabou abriga um museu arqueológico, com sarcófagos, mosaicos e estátuas.
Largo do Carmo, 1200.

Elevador da Glória
Elevador de 1885, sobe a calçada íngreme da Glória que liga a Av. da Liberdade, ao lado da Palácio Foz, até ao miradouro da Rua de São Pedro de Alcântara, na colina do Bairro Alto. Inicialmente os elevadores tinham dois pisos e movimentavam-se através de um sistema de contrapeso de água, sendo eletrificado em 1915.
Dos quatro ascensores atualmente em atividade na cidade de Lisboa, o Elevador da Glória é o mais movimentado, chegando a transportar anualmente mais de 3 milhões de passageiros. Foi construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard, e a inauguração deu-se a 28 de junho de 1892.

Elevador de Santa Justa
Também conhecido como Elevador do Carmo, é um dos marcos mais excêntricos de Lisboa. Sua estrutura neogótica, toda feita de ferro, proporciona uma ótima vista da cidade.
Rua da Santa Justa, 2530
Funciona das 07:00 às 21 :00 horas.

Fado
A riqueza melódica e o belo vocal fazem do fado um estilo único de música. Nascido na metade do século 19, geralmente é cantado por um fadista e acompanhado por guitarra portuguesa. Ele é encontrado em tabernas e restaurantes, como no Arcado do Faia.
Rua da Borraca, 56

Jardim Zoológico de Lisboa
Reúne cerca de 2 mil animais e tem como missão preservar as espécies em extinção. O valor dos ingressos é revertido para um instituto que desenvolve investigações científicas.
Estrada de Benfica, 158-60
Funciona a partir das 10:00 horas.

Miradouro de São Pedro de Alcântara
Este miradouro situa-se no topo do percurso do Elevador da Glória, perto de uma das muitas entradas para o Bairro Alto. Daqui tem acesso a vistas incríveis sobre Lisboa, especialmente das áreas da Graça e do Castelo de São Jorge. Este magnífico local dá-lhe uma perspectiva única da cidade, misturando o velho e o novo.
Calmo durante o dia, este miradouro fica completamente diferente à noite. Idosos jogando cartas ou passeado com seus cães cedem o espaço a uma multidão mais jovem que procura a diversão e a ação que caracterizam a noite do Bairro Alto.
Situa-se na Rua de São Pedro de Alcântara, perto do Bairro Alto.

Mosteiro dos Jerónimos
Mandado construir pelo Rei D. Manuel I, em 1501, depois que Vasco da Gama regressou da Índia, é o melhor exemplo do denominado estilo Manuelino, cuja inspiração provém dos descobrimentos, estando também associado ao estilo gótico e algumas influências renascentistas. Os restos mortais de Luís Vaz de Camões, autor de Os Lusíadas, e do grande descobridor Vasco da Gama repousam no Mosteiro.
Praça do Império, 1300 – Santa Maria de Belém
Aberto de terça a domingo, das 10:00 às 18:00 horas.

Museu Nacional do Azulejo
Instalado no antigo Convento da Madre de Deus, tem como destaque um grande painel do século 18, que retrata a capital antes do terramoto.
Rua da Madre de Deus, 4
Funciona na terça das 14:00 às 18:00 horas e de quarta a domingo das 10:00 às 18:00 horas.

Museu Nacional dos Coches
Com um dos acervos mais belos da Europa, expõe modelos de diferentes séculos e estilos. Entre as atrações está a carruagem barroca feita para o embaixador português no Vaticano, Dom Rodrigo Almeida.
Praça Afonso de Albuquerque, 1300
Funciona de terça a domingo das 10:00 às 18:00 horas.

Oceanário
Habitado por mais de 16.000 animais e plantas que representam mais de 450 espécies diferentes, o maior Oceanário da Europa oferece aos que o visitam uma experiência única e encantadora. Quatro biótipos, representando diferentes zonas costeiras à volta do globo, estão dispostos nos cantos de um tanque central, que representa o conjunto dos Oceanos. Formando um todo harmonioso, estes cinco tanques são o núcleo central da exposição, enfatizando o referido conceito de Oceano Global.
Só existe um aquário no mundo maior do que o do Oceanário - o Aquário Osaka no Japão. Foi construído há cerca de 10 anos pelo mesmo arquiteto que concebeu o de Lisboa – Peter Chermayeff.
O Oceano Global, um dos maiores aquários do mundo (4 milhões de litros), é visível ao longo de todo o percurso de visita pelo Oceanário. Representa o mar aberto e uma boa parte dos seus habitantes são animais de grande porte, bem conhecidos pela sua grande velocidade. São vulgarmente migradores, podendo atravessar vários oceanos. Os mais conhecidos são os tubarões, as raias e as barracudas. Os grandes cardumes também se movimentam nas águas do mar aberto, embora se encontrem frequentemente nas águas costeiras e da plataforma continental.

Padrão do Descobrimento
O Padrão dos Descobrimentos foi inaugurado em 1960, quando das celebrações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique (Henrique, O Navegador). Evoca claramente a expansão marítima e foi desenhado na forma de uma caravela, liderada pelo Infante D. Henrique - que segura numa mão uma pequena caravela -, seguido de muitos outros heróis da história portuguesa (Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, que descobriu o Brasil, Fernão Magalhães, que atravessou o Pacífico em 1520, o escritor Camões e muitos outros).
Visto da gigantesca Rosa-dos-Ventos, este monumento fascina pela sua majestosidade e pelos seus 50 metros de altura, sendo visitado por milhares de pessoas todos os anos. Minuciosamente esculpida em pedra, a Rosa-dos-Ventos foi um presente da República da África do Sul e percepciona-se melhor do cimo do Padrão dos Descobrimentos, cujo acesso é feito pelo elevador situado dentro do edifício. O mapa central, com figuras de galeões e sereias desenhadas, mostra as rotas das descobertas concretizadas nos séculos XV e XVI.
Este monumento situa-se em Belém, na margem do rio Tejo, numa área única e é particularmente impressionante à luz do pôr-do-sol.

Palácio Nacional da Ajuda
Foi construído para servir de residência à família real. A obra foi interrompida diversas vezes e quando ficou pronta serviu de moradia para D. Luís I. Com o fim da monarquia, o Palácio virou um museu, com vasta coleção de arte do século 18.
Largo da Ajuda, 1349
Aberto todos os dias, exceto às quartas-feiras.

Palácio de São Bento
O Palácio de São Bento também é conhecido como "Assembleia da República" ou "Parlamento Português". Este é o local onde os políticos, eleitos por um período de quatro anos, decidem o futuro do país.
O Palácio de São Bento teve origem no primeiro mosteiro Beneditino construído em Lisboa em 1598. O mosteiro foi, então, deslocado para esta zona para dar abrigo a uma comunidade religiosa crescente e para estar mais perto do núcleo urbano. Ainda não se tinham concluído as obras e já o terremoto de 1755 causava graves danos no mosteiro. Mas foram a Revolução Liberal de 1820 e a extinção das ordens religiosas em 1834 que conduziram à instalação do Parlamento no Palácio de São Bento.
A escadaria exterior foi construída em 1941 e encontra-se ladeada por dois leões, simbolicamente utilizados como sentinelas. Na fachada principal, ao cimo das escadas, encontra uma arcada onde se pode ler a palavra em latim 'Lex' - em alusão à função da Assembleia - e quatro estátuas alegóricas femininas - 'Prudência', 'Justiça', 'Força' e 'Temperança'.
O frontão situado a cima da varanda tem 30m de comprimento e 6 de altura e o tímpano foi decorado pelo escultor Simões de Almeida, dentro de uma estética de acordo com o academismo vigente na Escola de Belas Artes, onde leccionava. Este tímpano representa o Estado Novo, com a Nação ao meio simbolizada pela insígnia latina 'Omnia Pro Patria' (Tudo pela Nação) e rodeada por 18 imagens que representam, entre outras, áreas como a Indústria e o Comércio.

Parque das Nações
Centro cheio de atividades culturais, que merece pelo menos uma tarde para passear. As atrações vão do Museu de Ciência e Tecnologia ao Oceanário de Lisboa, um dos maiores aquários do mundo.
Avenida Dom João II, 1900 – Santa Maria dos Olivais
Todos os dias, das 10:00 às 20:00 horas.

Parque Eduardo VII
É o maior parque do centro de Lisboa, sendo comumente conhecido apenas por Parque Eduardo VII. Foi batizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, que havia visitado Lisboa no ano anterior para reafirmar a aliança entre os dois países. Se estende por vinte e cinco hectares e foi aberta no princípio do século XX e destinava-se ao prolongamento da Avenida da Liberdade. No canto noroeste do parque, no local de uma antiga pedreira de basalto, encontra-se a Estufa Fria, com uma diversidade de plantas exóticas, riachos, cascatas, palmeiras e trilhos, fúcsias, arbustos em flor e bananeiras e a Estufa Quente com plantas luxuriantes, lagos e cactos bem como aves tropicais. Perto das estufas encontra-se um lago com grandes carpas e um parque para as crianças brincarem, com a forma de um galeão. No lado leste está o Pavilhão Carlos Lopes que recebeu o nome do vencedor da maratona olímpica de 1984. No topo norte encontra-se o Monumento ao 25 de Abril inaugurado em 1997, realizado por João Cutileiro, e alvo de muita polêmica pela sua forma fálica. Seguido pelo Jardim Amália Rodrigues que homenageia a diva portuguesa do fado.

Pastéis de Belém
Desde 1837, a casa produz o doce mais emblemático do país, seguindo fielmente a receita original. Vende por dia mais de 50 mil pastéis, que na realidade tem o formato de uma empada brasileira.
Rua de Belém, 84 – Ao lado do Mosteiro dos Jerónimos.
Aberto todos dos dias das 08:00 às 22:00 horas

Ponte 25 de Abril
A Ponte 25 de Abril, também conhecida como Ponte sobre o Tejo, foi inaugurada em 1966 com o nome Ponte Salazar, em memória ao ditador que a mandou construir. Mais tarde, a ponte recebeu o atual nome em homenagem à 'Revolução dos Cravos' que aconteceu a 25 de Abril de 1974. Este foi um dia de revolução "não sangrenta". Na Revolução dos Cravos, os soldados puseram cravos no cano das suas armas e revoltaram-se contra a ditadura mais longa do mundo.
Esta ponte é muito parecida à Ponte Golden Gate em São Francisco. Tem 2.278km de comprimentos e parte do cimo de Lisboa, mais precisamente de Alcântara e termina em Almada, na margem sul do rio.

Ponte Vasco da Gama
Ligando Lisboa a Sacavém, é a mais longa ponte da Europa com 17 quilômetros de extensão. Foi construída em comemoração aos 500 anos da chegada da Vasco da Gama a Índia.

Praça da Figueira
Esta praça era o centro das festividades dos santos populares e, de dia, funcionava como mercado da cidade. Hoje, a realidade da Praça da Figueira é bem diferente: o mercado aberto deu lugar a lojas, hotéis e cafés e no meio encontra-se uma estátua do Rei João I. Debaixo do pedestal onde se encontra a estátua costumam aninhar-se centenas de pombos. A Praça da Figueira é também um ponto de passagem bastante movimentado, situado entre o Rossio e o Martim Moniz, e conta com todo o tipo de transportes, desde o Metro, aos autocarros e elétricos que o levam a quase todos os pontos da cidade.

Praça do Comércio
Esta praça monumental serve como uma espécie de porta de entrada de Lisboa, e era lá que ficava o Palácio Real, destruído durante o Grande Terremoto de 1755. A praça tem diversos prédios e monumentos, a exemplo da enorme estátua do rei José I, que fica no centro, e o Arco da Rua Augusta, a versão portuguesa do Arco do Triunfo. A arquitetura é espetacular, e o arco funciona como um portal de acesso à Rua Augusta, a via que leva ao coração da cidade, a praça do Rossio.

Praça do Rossio
A Praça do Rossio é belíssima, e costuma ficar lotada de turistas e moradores da cidade, que ocupam os diversos cafés e bares charmosos da área, durante todo o ano. A praça tem prédios importantes, como o Teatro Nacional, um lindo exemplar da arquitetura neoclássica, e monumentos como fontes barrocas e um pedestal, que tem uma estátua de Dom Pedro IV (o nosso Dom Pedro I no Brasil, que proclamou a independência). Rossio, como é conhecida esta parte de Lisboa, é um ótimo lugar onde você pode sentar para comer algo ou tomar um café, enquanto admira a arquitetura e vê o movimento de pessoas.

Praça dos Restauradores
Situada no extremo sul da Avenida da Liberdade, a Praça dos Restauradores é considerada o ponto de partida da expansão da cidade para norte, afastado o seu rumo da margem do Rio Tejo. Uma das áreas mais movimentadas da cidade, ligando a Baixa Pombalina à Praça Marquês de Pombal, tem como símbolo um monumento em forma de Obelisco, erigido em 1886, que comemora a restauração de 1640 da Independência de Portugal de Espanha. No pedestal deste monumento encontram-se duas figuras de bronze, representando a Vitória e a Liberdade.
O ponto forte desta praça é, indubitavelmente, a arquitetura, com diversos edifícios como o Palácio Foz (atual Posto de Turismo), o Orion Eden Hotel (antigo cinema Eden), o pequeno coreto, o elegante Avenida Palace Hotel, entre muitos outros, que traduzem a esta Praça um charme especial que herdou desde o século XIX, quando era passagem obrigatória nos distintos passeios burgueses.

Praça Marquês de Pombal
Situa-se entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII. No centro ergue-se o magnífico monumento em honra do Marquês de Pombal, o homem que ficou à frente da reconstrução de Lisboa depois do terremoto de 1755. Diretamente ligado à sua vida, este monumento inclui referências às reformas introduzidas pelo Marquês nas áreas da educação, política e agricultura e, como não podia deixar de ser, ao momento que mudou a sua vida - o terremoto de 1755, representado por blocos de pedra partidos e ondas a simular a inundação da cidade.

Rua Augusta
Repleta de artistas de rua, lojas e cafés. Há também o Arco da Rua Augusta, construído para celebrar a recuperação da cidade após o terremoto.

Torre de Belém
Classificada como Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 2007 e uma das sete maravilhas de Portugal, foi encomendada por D. Manoel I e construída como um baluarte de artilharia. Com o tempo, ela perdeu sua função inicial, mas a beleza das esculturas fez da torre um dos monumentos mais expressivos de Lisboa.
Avenida da Índia, Santa Maria de Belém
Terça a domingo, das 10:00 às 18:00 horas.


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