terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Guia de Viagem a Madri - Roteiros Turísticos de Madri


O melhor ponto de partida para conhecer a cidade de Madri é sem dúvida a Puerta del Sol. Os pontos cardeais desta praça nos levam a quatro diferentes culturas. Ao norte, as ruas comerciais; ao sul, a Madri mais popular; a oeste, a Madri dos ricos e a leste, pela Calle Mayor ou Arenal, chega-se ao berço da cidade. 

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    1. Puerta del Sol - é um dos espaços públicos mais representativos e o marco zero da cidade, região com intensa concentração de pessoas, importante centro comercial, principal ponto de manifestações populares e lugar de passagem obrigatória para turistas. Aproveite para fazer uma foto junto do Urso e o Arbusto (El Oso y el Madroño), estátua construída em bronze, que é um dos símbolos de Madri, da estátua de Carlos III e do relógio da praça (Casa de Correos), onde os madrilenhos e turistas se reúnem para a contagem regressiva da chegada do ano novo. (Metrô: Sol).

    2. Calle del Arenal - é uma rua pedonal (de pedestres), uma das artérias mais importantes do centro da cidade, caracterizada pelas suas lojas, pela igreja de San Ginés, a Ópera e duas das mais famosas discotecas, a Joy Eslava e o Palácio de Gaviria (Metrô: Ópera).

    3. Monastério de la Encarnación – mosteiro fundado por Felipe III e sua esposa Margarita de Áustria, em 1611. O local abriga pinturas e esculturas dos séculos 17 e 18, de Carducho, Lucas Jordán e Pedro de Mena. Destaque para o relicário, que conserva uma coleção de 700 peças feitas em bronze, marfim coral e madeiras vindas da Espanha, Itália, Alemanha e de outros países (Metrô: Ópera).


4. Palácio Real de Madrid - é a residência oficial do Rei da Espanha apesar de ser utilizado somente para ocasiões de gala, almoços, recepções oficiais, entregas de prêmios e audiências, já que a Família Real optou por viver no modesto Palácio da Zarzuela. É considerado o maior palácio real da Europa, com uma área 135 mil m² e 2.800 quartos, sendo aberto para visitações pouco mais de 50 quartos. Se você estiver em Madri na primeira quarta-feira do mês (exceto agosto, setembro ou se o dia estiver chuvoso) não deixe de assistir a solene troca da Guarda Real no palácio, que acontece às 11:00 horas e participam mais de 400 guardas e 100 cavalos.
Horário de visitação: das 9:30 horas da manhã até as 17 horas. O palácio fica aberto para visitação até as 18 horas durante o verão.
Nas proximidades encontram-se a Plaza de Oriente, com a estátua equestre de Felipe IV, e Teatro Real. (Metrô: Ópera). 

     5.   Catedral de la Almudeña – a construção da catedral demorou 110 anos, de 1883 a 1993, em função de diversas paralisações e mudanças de arquitetos. Com 75 metros de altura, possui o interior neogótico e o exterior neoclássico (Metrô: Ópera).

    6. Cuesta de la Veja – localizado sobre um dos barrancos que serviram de defesa natural à cidade muçulmana de Mayrit, com ruínas da muralha árabe (Metrô: Ópera).

    7.  Plaza de la Villa – considerada uma das mais belas de Madri e fica toda iluminada à noite. Está rodeada por edifícios históricos e, em seu centro, há uma estátua de Don Álvaro de Bazán (Metrô: Ópera ou Sol).

     8.  Cava de San Miguel – rua junto ao Mercado de San Miguel, templo para gourmets, repleta de restaurantes típicos. O Arco de Cuchilleros dá acesso à Plaza Mayor (Metrô: Sol).

9. Plaza Mayor – praça que já abrigou touradas, execuções, cortejos, julgamentos da inquisição e a beatificação do patrono de Madri, Santo Isidro. Um bom lugar para passar o final da tarde. Muita gente senta no chão, bem no centro da praça, para conversar, comer alguma coisa e fazer um som. É repleta de lojas, cafés e restaurantes. A estátua de Felipe III e a Casa de la Panaderia são seus símbolos (Metrô: Sol).


    10.  Plaza de la Provincia – localização do Palácio Santa Cruz, de 1629, onde já funcionou a penitenciária da Corte e atualmente abriga o Ministério de Assuntos Exteriores (Metrô: Sol).



    1.  Puerta del Sol - Uma das portas de entrada da cidade no século 15, entre os séculos 16 e 19 exerceu o papel de centro da cidade. Testemunhou inúmeras celebrações e acontecimentos históricos, como o Esquilache Mutiny de 1766 (motim popular contra o aumento de preços), a resistência contra as tropas de Napoleão, em maio de 1808, e a coroação de Fernando VII, em 1812.
     Ver mais informações no Roteiro 1.

    2. Calle de Alcalá – ligando a Puerta del Sol à Puerta de Alcalá, portão da cidade, é uma das principais artérias de Madri, tanto quanto ao tráfego como ao comércio. É a mais antiga e com mais de 10 quilômetros de extensão. A Real Academia de Belas Artes, o Cassino, o edifício Metrópolis, o Círculo de Belas Artes e o Instituto Cervantes são imprescindíveis conhecer na região (Metrô: Banco de España).

    3. Fuente de Cibeles – Construída no final do século XVIII, a fonte possui a estátua da deusa romana Cibeles, considerada a mãe da natureza e da fertilidade, conduzida em uma biga puxada por dois leões, Hipômenes e Atalanta.Na Plaza Cibeles os torcedores do Real Madrid se concentram para comemorar suas vitórias (Metrô: Banco de España).

4. Palácio de Cibeles – construído, no início do século XX, para sede dos Correios e Telégrafos, o Palacio de Telecomunicaciones foi adquirido em 2003 pelo prefeito de Madri, reformado e transformado na sede da prefeitura, com o nome de Palácio de Cibeles. Recebeu um espaço cultural gratuito, o CentroCentro, que oferece exposições, espaços de debate e programações especiais. O mirante da prefeitura é uma atração obrigatória (Metrô: Banco de España).


    5.  Puerta de Alcalá - Uma briga para mostrar quem podia mais, fez Carlos III construir a Puerta de Alcalá, iniciada em 1769 e concluída por volta de 1778, em substituição a outro portão mais discreto que Felipe III havia mandado erguer no século XVI. São cinco arcos, um ao lado do outro, com estátuas de anjos na parte superior (Metrô Retiro).

6. Parque del Retiro – Pulmão verde da cidade, com lago, o Palácio de Cristal, o Palácio de Velasquéz e a fonte do Anjo Caído. Para quem gosta de fazer caminhadas ao ar livre, descansar sob às arvores, andar de patins ou bicicleta e passear de barco a remo. Local muito bonito que vale a pena visitar (Metrô: Retiro, Ibiza ou Atocha).
 
    7.  Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia – Aproximadamente 16.200 peças de obras de artes moderna e contemporânea, entre pinturas, esculturas, vídeos, fotografias, peças decorativas e arquitetônicas. O museu abriga o quadro Guernica (1937) de Pablo Picasso, que representa o bombardeio da cidade do mesmo nome pelos alemães, durante a guerra civil espanhola (1936 – 1939), além de obras de Miró, Dalí, entre outros (Metrô: Atocha).
 

     8.  Museu do Prado – Um dos maiores e mais completo do mundo, com as melhores obras das escolas espanhola, italiana, alemã e flamenca, assinadas por mestres como Goya, Velasquéz, El Greco, Rubens e Bosch. São cerca de 5 mil desenhos, 700 esculturas e 8.600 pinturas. Também estão em exposição moedas, medalhas, desenhos, gravuras e peças de arte sacra. Ao lado do museu, o Real Jardim Botânico é o melhor lugar par desfrutar (Metrô: Banco de España).
    9. Museu Thyssen-Bornemisza – Grande pinacoteca de Madri, que oferece um percurso completo pela história da pintura europeia dos séculos XII a XX. Os visitantes poderão apreciar cerca de mil quadros, incluindo 220 obras da Coleção Carmem Thyssen-Bornemisza, além de exposições temporárias (Metrô: Banco de España).

    10. Bairro de Las Letras – também chamado dos Literatos, seu nome deve-se à intensa atividade literária que se desenvolveu ao longo da época conhecida como o Siglo de Oro (Século do Ouro Espanhol de XVI e XVII, renascimento e barroco, respectivamente). Estabeleceram residência no local alguns dos mais famosos escritores de sua literatura, como Cervantes, Lope de Vega, Quevedo, Góngora, etc. É imprescindível visitar o Ateneo e o Museu Casa de Lope da Vega.
Comece a visita a partir da Praça de Santa Ana, criada na época em que José Bonaparte, irmão de Napoleão, assumiu o governo do país. Para tanto, mandou derrubar o antigo Convento de Santa Ana em 1810, fundado por San Juan de La Cruz em 1586. Num dos extremos da praça, situa-se o Teatro Espanhol, antigo Teatro ou Coral dos Príncipes, inaugurado em 1583, onde foram representadas muitas obras de Lope de Vega e Calderón de la Barca (Metrô: Antón Martín).

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