domingo, 14 de junho de 2015

Guia de Viagem a Lisboa - Principais Museus de Lisboa


Lisboa tem mais de cinquenta museus à espera da sua visita. Coleções famosas e obras menos conhecidas, verdadeiros tesouros escondidos, fazem parte dos acervos dos museus da cidade. Aprecie as coleções de pintura, escultura e artes decorativas, vá em busca de símbolos de uma época. Descubra o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Nacional dos Coches e a sua coleção única de coches reais, o Museu Fado, o Museu do Azulejo, os museus da Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros.
Clique em "Mais informações" e veja os principais museus da cidade de Lisboa:

Museu Nacional dos Coches
Desde o Coche setecentista de Filipe II às carruagens do séc. XIX, passando pelos célebres coches da embaixada de D. João V ao Papa Clemente XI, trata-se de um conjunto único no Mundo, que exemplifica também a evolução da arte da escultura e da talha, da pintura e de outras artes aplicadas.

Museu Nacional de Arqueologia
Fundado em 1893, o Museu Nacional de Arqueologia conserva, além de um importante núcleo etnográfico, um valioso espólio que documenta, sobretudo, a riqueza arqueológica nacional. Para além de cerâmica, escultura, mosaico e vidros, possui uma valiosa coleção de ourivesaria arcaica, do Calcolítico à Época Romana.
Museu de Marinha
O Museu de Marinha é composto por zonas temáticas distintas. Assim, poderão ser apreciados modelos de navios da época dos Descobrimentos, de grandes veleiros do século XVIII, de navios de propulsão mista do século XIX, até aos mais recentes navios da Marinha de Guerra Portuguesa, para além de outros tipos de embarcações. Poderão também ser visitadas as camarinhas do Iate Real D. Amélia, assim como o Pavilhão das Galeotas que possui em exposição, entre outras peças, o Bergantim Real, construído em Lisboa no ano de 1778, e o hidroavião “Santa Cruz” que completou a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, tripulado pelos Oficiais da Armada Sacadura Cabral e Gago Coutinho, em 1922.

Museu Coleção Berardo
O Museu Coleção Berardo, inaugurado a 25 de Junho de 2007, é o museu mais visitado em Portugal, o único aberto diariamente e de entrada gratuita. Enquanto espaço museológico de referência, onde o público português e estrangeiro pode desfrutar do melhor da arte moderna e contemporânea, o Museu Coleção Berardo destaca-se pelas experiências únicas que proporciona a quem o visita. Com a sua criação abriram-se novas portas à arte, à cultura e a novas formas de desfrutar dos museus. Através de um percurso pela coleção permanente, periodicamente renovada, e de um leque muito variado de exposições temporárias, o Museu Coleção Berardo conta ainda com um diversificado programa de atividades para todas as idades. De uma forma original e pedagógica, um conjunto de percursos pelas exposições e visitas/ateliês em família dá a conhecer os grandes nomes da arte nacional e internacional como Helena Almeida, Joana Vasconcelos, Pablo Picasso, Salvador Dali, Andy Warhol ou Francis Bacon.
A Coleção Berardo, que é reconhecida internacionalmente pelo valor das suas obras de referência, permite também o acompanhamento dos principais movimentos artísticos do século XX. A representação de mais de 70 tendências artísticas, num acervo de mais de 900 obras, demonstra o forte cariz museológico e didático desta coleção. Não sendo uma coleção estática (novas aquisições manterão a atualidade de artistas e trabalhos) permite leituras diferentes e atualizadas sobre o estado da arte contemporânea.

Museu Nacional de Etnologia
Criado em 1965, o Museu Nacional de Etnologia está instalado num edifício construído segundo os mais atualizados critérios museológicos. O museu tem hoje um acervo de mais de 26.000 objetos, provenientes de todo o mundo, e entre os quais sobressaem as coleções de arte africana, alfaias agrícolas portuguesas e têxteis tradicionais.

Museu EDP
O Museu da Eletricidade é um centro de cultura que apresenta a evolução das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia Industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais. Está situado na zona de Belém, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica de Lisboa. Edifício classificado de “Imóvel de Interesse Público”, o Museu da Eletricidade desenvolve-se no perímetro da antiga central termoelétrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.



Museu do Oriente
O Museu do Oriente, instalado na zona ribeirinha de Alcântara, é um equipamento cultural de inquestionável interesse que integra um espaço museológico, um centro de espetáculos, um centro de reuniões e áreas de lazer, entre outras. A área museológica do Museu do Oriente está organizada em torno de duas coleções:
1. Coleção alusiva à presença portuguesa na Ásia e ao colecionismo – Portugal, primeiro país europeu a chegar aos mais distantes portos orientais, teve ao longo de séculos um papel pioneiro na globalização facilitada pelos Descobrimentos. Esta coleção, composta por objetos de cerâmica, têxteis, mobiliário, laca, pintura e outras artes decorativas provenientes de grande parte dos países do Oriente, evidencia a relação secular entre as culturas asiáticas e europeias, sobretudo através de Portugal;
2. Coleção Kwok – Testemunho ímpar das artes performativas de raiz popular e das grandes mitologias e religiões de toda a Ásia - da Turquia até ao Japão - é reconhecida por muitos especialistas como uma das mais importantes do gênero à escala europeia, constituindo um dos elementos decisivos para visitar o Museu do Oriente.
Museu Nacional de Arte Antiga
O Museu Nacional de Arte Antiga foi fundado em 1884. As suas coleções de pintura, escultura, desenho, ourivesaria e joalharia, cerâmica, têxteis e mobiliários, dão o panorama da arte portuguesa e dos seus contatos com o Mundo, do século XII aos inícios do século XIX. Entre as suas obras emblemáticas destacam-se os Painéis de S. Vicente, a obra-prima do retrato coletivo na pintura quatrocentista, e o célebre tríptico das Tentações de Santo Antão, de Hieronymus Bosch.
Museu da Marioneta
A exposição pretende dar um panorama geral da marionete no mundo. Desenvolve-se a partir da sombra e do Oriente, passando pelas máscaras e grandes famílias da tradição europeia, dando especial atenção ao Teatro de Marionetes em Portugal. Numa perspectiva mais alargada, inclui ainda um núcleo dedicado às marionetes na Televisão e no Cinema de Animação. O Museu disponibiliza áudio guias e tablets para acompanhamento da visita”. Realizam-se visitas guiadas mediante marcação. Descontos: grupos escolares, portadores do cartão jovem, pensionistas e reformados e grupos organizados. Serviços: Loja temática; Bar e Centro de Documentação.
Museu da Carris
Objetos e documentos ligados à empresa de transporte de Lisboa: carros elétricos e autocarros e testemunhos das máquinas e oficinas.
Museu do Centro Científico e Cultural de Macau
Inaugurado em 1999, o Museu do Centro Científico e Cultural de Macau apresenta a maior e mais preciosa coleção de arte chinesa existente na Península Ibérica. Com o objetivo didático, o Museu apresenta dois núcleos distintos, mas complementares: “A condição Histórico-Cultural de Macau” e “Uma coleção de arte Chinesa”. O primeiro, com recurso a soluções museográficas de multimédia interativa, convida o visitante a realizar um percurso dinâmico pela história e leva-o a descobrir Macau. O segundo revela as mais diversas formas de expressão artística chinesa, numa temporalidade de cerca de quatro milenios.


Museu das Comunicações
O Museu das Comunicações é a face mais visível da Fundação Portuguesa das Comunicações, criada a 6 de Outubro de 1997 e cujos instituidores são a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações, os CTT – Correios de Portugal e a PT – Portugal Telecom. O acervo confiado à Fundação, da propriedade dos seus instituidores, é constituído por peças que testemunham a evolução dos equipamentos, das técnicas e dos sistemas utilizados no setor das comunicações ao longo dos séculos. Desde o primeiro selo português até à atualidade, passando pela Mala-Posta, cujo exemplar mais antigo data de 1854, a equipamentos de Telecomunicações com origem em 1810, a Fundação possui ainda obras de arte e uma vasta coleção de originais de selos e bilhetes-postais, bem como a coleção de Selos Portugueses, cujo primeiro exemplar remonta a 1853, e o espólio filatélico do antigo Ultramar.


Museu do Chiado
Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911, foi reconstruído em 1994, sob projeto do arquiteto Jean-Michel Willmotte. A coleção de arte portuguesa, de 1850 à atualidade, constitui a mais importante coleção nacional de arte contemporânea. O programa de exposições temporárias incide sobre núcleos de obras, artistas e movimentos representados na coleção, traz a Portugal exposições internacionais que se cruzam com as coleções do museu e apresenta obras de artistas contemporâneos internacionais.

Museu da Farmácia
O Museu da Farmácia é um projeto que, ao longo dos anos, vem sendo uma referência nacional e internacional, como o comprovam os milhares de visitantes recebidos e os diversos prémios com que o Museu foi distinguido. Inaugurado em Junho de 1996 em Lisboa, o Museu da Farmácia é o resultado de uma vontade inequívoca das Farmácias Portuguesas em preservar a história da sua profissão.
Farmácia Portuguesa
Foram recriados espaços e ambientes que permitem ao visitante perceber, de uma forma mais imediata, a evolução da história e tecnologia da farmácia portuguesa, desde o final do século XV até aos nossos dias.
Farmácia no Mundo
A temática da Farmácia e da Saúde são abordadas com peças de extrema qualidade, oriundas de civilizações e culturas tão distantes no tempo e no espaço, como a Mesopotâmia, o Egipto, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, o Tibete, a China, o Japão e, finalmente, a Farmácia Europeia desde a Idade Média até 1929, com o isolamento da penicilina pelo cientista inglês Fleming.



Museu Arqueológico do Carmo
Instalado nas Ruínas da antiga Igreja do Carmo, destruída pelo terremoto de 1755, contém uma rica e variada coleção, que inclui artefatos pré-históricos, um sarcófago egípcio, cerâmicas e múmias pré-colombianas, epigrafia romana e medieval, heráldica, escultura e tumularia medieval e moderna, azulejaria e pintura. Entre as peças mais notáveis destacam-se o busto do Rei D. Afonso Henriques, o túmulo do Rei D. Fernando, a sepultura original de D. Nuno Álvares Pereira, Condestável do Reino e fundador do Convento do Carmo, as placas de alabastro medievais, de Nothingham, e os painéis de azulejos representando a Paixão de Cristo.

Museu e Igreja São Roque
O Museu de São Roque está instalado no espaço da antiga Casa Professa da Companhia de Jesus em Lisboa, edifício adjacente à Igreja de São Roque. Abriu ao público em 1905 com a designação de Museu do Tesouro da Capela de São João Baptista, em evocação da importante coleção de arte italiana, setecentista, que está na origem da sua criação, tendo sido objeto de várias intervenções ao longo do século XX, acompanhando as mudanças operadas nos domínios da museologia e da museografia. Também o percurso expositivo foi renovado, encontrando-se agora organizado em cinco núcleos, nos quais se expõem coleções de extrema representatividade no cômputo da arte portuguesa, europeia e luso-oriental, ao longo dos quais se percorrem mais de 500 anos de Arte e História: Núcleo da Ermida de São Roque, Núcleo da Companhia de Jesus, Núcleo da capela de São João Baptista e Núcleo da Santa casa da Misericordia de Lisboa.


Lisboa Story Centre
O Lisboa Story Centre – Memórias da Cidade, Terreiro do Paço aberto a partir de Setembro de 2012 é um equipamento dedicado à história da capital portuguesa. Este centro de interpretação convida o visitante a descobrir a cidade, o seu patrimônio e as suas histórias de forma lúdica, interativa e tecnologicamente acessível. Será um percurso imersivo por vários cenários, recriando e relatando os principais acontecimentos através de efeitos especiais e tecnologia adequada. Destaca-se a criação de um teatro onde será reconstituída em 4D a experiência do terremoto de 1755.


Fundação José Saramago
Fundação José Saramago está instalada na Casa dos Bicos, edifício do séc. XVI recuperado e adaptado recentemente. Ali se encontra uma exposição permanente sobre a vida e a obra do escritor, contendo manuscritos, fotografias, vídeos, a medalha do Nobel e, naturalmente, os livros em dezenas de idiomas. A Fundação tem uma biblioteca, espaço de trabalho para pesquisadores e um auditório com capacidade para 80 pessoas, destinado a atividades culturais.

Museu Antoniano
Situado no Largo de Santo Antônio, junto à igreja dedicada ao Santo mais venerado de Lisboa, o Museu Antoniano é um pequeno mas concorrido museu dispondo de uma coleção de iconografia (escultura, pintura, gravura), de bibliografia e de alfaias litúrgicas que evocam o Milagreiro e as diversas vertentes de culto popular e urbano que lhe andam associadas.


Museu Escola de Artes Decorativas Portuguesas
O Museu encontra-se instalado no Palácio Azurara, num antigo Bairro Lisboeta. Possui importantes coleções de mobiliário, tecelagem, baixelas de prata, porcelanas e pintura que vão desde o século XV ao XIX, recriando o ambiente de uma casa aristocrática portuguesa. A Fundação Ricardo Espírito Santo Silva possui ainda 18 ateliers, representando 21 ofícios tradicionais dedicados à reprodução e restauro de peças antigas, que podem ser visitados mediante marcação prévia.


Museu do Fado
Instalado no Largo do Chafariz de Dentro, porta de entrada para o histórico Bairro de Alfama, o Museu do Fado é um local de visita indispensável para conhecer esta forma de expressão musical tão marcadamente lisboeta. O local integra várias áreas funcionais, designadamente: um Núcleo Museológico com uma Exposição Permanente onde uma museografia moderna e a recriação de ambientes através de meios audio-visuais convidam o visitante a conhecer a história do Fado, seus locais de produção e reprodução, a sua divulgação através do Teatro de Revista, da Rádio, da Discografia, do Cinema, dos seus intérpretes e instrumentistas; um espaço de Exposições Temporárias; um Centro de Documentação, um Auditório; uma Loja temática e Cafetaria.

Museu Nacional do Azulejo
O Museu Nacional do Azulejo está situado na zona oriental de Lisboa, no antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela Rainha D. Leonor de Lencastre, mulher do Rei D. João II. Transformado por várias campanhas de obras, do edifício destaca-se o claustro maneirista do séc. XVI; a sacristia, o coro alto e a capela de Santo Antônio. A coleção estabelece um percurso entre a 2ª metade do séc. XV até à contemporaneidade. A exposição inicia-se por um pequeno núcleo que ilustra os modos de manufatura do azulejo, o percurso expositivo segue, depois, uma organização cronológica.


Museu da Água
Na antiga cerca do Convento dos Barbadinhos construiu-se, em 1880, a primeira Estação Elevatória a Vapor, destinada a distribuir, para consumo na cidade de Lisboa, a água proveniente do Aqueduto do Alviela. Quer pelas características da maquinaria instalada, quer pelo rigoroso estado de conservação, a Estação dos Barbadinhos constitui um testemunho de extrema raridade e valia no campo da arqueologia industrial. No interior do Museu alinham-se vestígios significativos da história do abastecimento de água à cidade de Lisboa, desde os romanos até aos nossos dias. De salientar o acervo de referências à revolução da técnica, exemplos de aparelhagem e utensílios ligados ao transporte e distribuição de água.
Museu Nacional do Teatro
Instalado no Palácio do Monteiro-Mor, edifício do século XVIII recentemente recuperado, o Museu Nacional do Teatro documenta a evolução e a atividade das artes de cena em Portugal: trajes e adereços cénicos, maquetes de teatro e figurinos, fotografias, cartazes, programas, folhetos, manuscritos, partituras, retratos e caricaturas.
Museu Nacional do Traje
Ocupa o antigo Palácio Angeja-Palmela, um dos mais notáveis edifícios do núcleo histórico do Paço do Lumiar, conservando ainda um Jardim Botânico do século XVIII. Apresentadas rotativamente, as suas coleções ilustram a história da indumentária erudita e do traje popular apresentando ainda exposições de design de moda, acessórios e joias, tapeçaria experimental e brinquedos.


Museu da Cidade
Está instalado no Palácio Pimenta ao Campo Grande, solar de veraneio datado da primeira metade do séc. XVIII. Possui uma vasta coleção - arqueologia, pintura, desenho, gravura, lapidária, etc. - que ilustra a história de Lisboa desde os tempos mais recuados, como a pré-história e a romanização, até ao início do séc. XX, passando pela cidade barroca e pombalina, destacando-se a grande maquete da reconstituição da cidade, antes do Terremoto de 1755.
Museu Rafael Bordalo Pinheiro
O espólio do Museu Bordalo Pinheiro apresenta a obra multifacetada do notável artista Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), reunindo um acervo que integra pintura, desenho, gravura e cerâmica. O Museu mostra a mais importante e abrangente coleção que abarca as várias fases de produção de Bordalo. Inclui uma biblioteca com publicações originais de Rafael Bordalo Pinheiro, especializada em caricatura e cerâmica. Atualmente apresenta um novo programa museológico, numa lógica de rotatividade das obras em exposição permanente. A criação de um museu monográfico, dedicado à obra de Rafael Bordalo Pinheiro, surgiu da iniciativa de Artur Ernesto de Santa Cruz Magalhães, poeta possuidor de uma importante coleção gráfica bordaliana. Foi instalado na moradia do Campo Grande, projetada para o efeito pelo Arq.º Álvaro Machado (Menção Honrosa do Prémio Valmor em 1914). Em 1924 o Museu foi doado à Câmara Municipal de Lisboa.


Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves
Está instalada na denominada “Casa Malhoa” por nela ter vivido e trabalhado o pintor José Malhoa. Foi projetada pelo Arquiteto Norte Junior e distinguida com o premio Valmor de arquitetura em 1905. O Dr. Anastácio Gonçalves adquiriu a Casa Malhoa legando-a posteriormente ao Estado com o seu recheio constituído pela coleção de obras de arte que foi reunindo ao longo da sua vida, tendo por finalidade preservar o edifício e nele funcionar um Museu. É de salientar o atelier de José Malhoa onde se expõe uma coleção de pintura portuguesa do séc. XIX: Silva Porto (“Ceifa do Lumiar”), Columbano (“Convite à Valsa”), Antônio de Ramalho (“A Senhora de Preto”), Marques de Oliveira, João Vaz, José Malhoa, Mário Augusto, Veloso Salgado. Além da pintura portuguesa a Casa-Museu dispõe de uma importante coleção de porcelana da China dos sécs. XII ao XVIII, mobiliário português, francês, inglês e holandês dos sécs. XVII e XVIII, ourivesaria, têxteis, relojoaria, vidros e medalhística.

Museu Calouste Gulbenkian
O Museu Calouste Gulbenkian foi inaugurado no dia 2 de Outubro de 1969, concretizando assim o desejo do seu fundador que legou a sua preciosa coleção de arte à instituição que criou por testamento. Arte egípcia, greco-romana, oriental e europeia; coleções de pintura, escultura, artes decorativas, ourivesaria e uma preciosa seleção de trabalhos de René Lalique.
Centro de Arte Moderna - José de Azeredo Perdigão
Pertencente à Fundação Calouste Gulbenkian, este Museu foi inaugurado em 1983 a fim de divulgar e retratar as diferentes tendências artísticas que se têm manifestado ao longo do séc. XX. Possui a melhor coleção de arte portuguesa deste século, com destaque para a obra de Amadeo Souza Cardoso, Almada Negreiros e Paula Rego.


Museu da Música
O Museu da Música, o mais recente museu português, conserva um rico patrimônio de mais de 700 instrumentos musicais, bem como uma valiosa documentação especializada. A coleção inclui instrumentos dos séculos XVI a XX, de fabrico erudito e popular, destacando-se o conjunto de cravos barrocos, as secções de sopro e cordas.

Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva
Está instalada na antiga “Fábrica dos Tecidos de Seda”, no Jardim das Amoreiras. O edifício do séc. XVIII, restaurado e adaptado, mantém o traço exterior em harmonia com a praça, onde se insere a capela de N. Senhora de Monserrate (1786) e a Mãe d’Água. A coleção do museu cobre um vasto período da produção dos dois pintores: Arpad Szenes de 1911 a 1985 e Maria Helena Vieira da Silva de 1926 a 1986.


Museu da Ciência
O Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, criado em 1985, é uma instituição destinada à divulgação científica e sensibilização do público - em particular os jovens - para a importância da ciência na sociedade contemporânea. Com esses objetivos, o museu, permanentemente aberto ao público, tem exibição de longa duração de caráter participativo/interativo, realizando ainda diversas exposições temporárias. Dispõem de um observatório astronômico próprio, de um planetário e de uma biblioteca especializada em história e museologia da Ciência.
Fundação Medeiros e Almeida
Uma extraordinária coleção artes decorativas, instalada na casa onde viveu Antônio Medeiros e Almeida (1895-1986). O espólio está exposto em 25 divisões, incluindo peças de artes decorativas: pintura, escultura, mobiliário, tapeçaria, cerâmica chinesa, joalharia, etc., desde a pré-história ao século XIX. Além das coleções de arte europeia, estão três importantes coleções, expostas em salas próprias:
– relógios com cerca de 225 peças divididas cronologicamente desde o séc. XVI até à atualidade;
– porcelanas da China, fazendo um percurso cronológico pelas diversas dinastias, desde as terracotas pré-históricas (dinastia Han) até às porcelanas do final do séc. XVIII.
– pratas composta por baixelas do prateiro inglês Paul Storr (1792 -1838) e pratas portuguesas do séc. XVI ao séc. XVIII, incluindo uma coleção de cerca de 80 paliteiros de prata portuguesa e porcelana Vista Alegre. Dispõe de uma loja onde é possível adquirir réplicas de peças da Casa-Museu.

Casa Fernando Pessoa
Casa-Museu, do mais universal dos escritores portugueses, foi a morada onde Fernando Pessoa passou os últimos 15 anos da sua vida. É hoje um dinâmico centro cultural.
Museu do Ar
Numa área com cerca de 7000m2, a coleção do Museu do Ar, em Sintra, integra mais de 40 aeronaves, motores, hélices, simuladores de voo e outras peças com interesse aeronáutico, de onde se destacam as aeronaves: AVRO 631 Cadet; DH-89 Dragon Rapid; DH-82 Tiger Moth; Junkers JU-52; Douglas DC-3; North-American AT-6; assim como algumas réplicas de elevado interesse histórico: Demoiselle de Santos-Dumont; Farman MF-4 de Maurice Farman; Caudron G-3 de Gaston e René Caudron e o Blériot XI de Louis Blériot. A Sala dos Pioneiros, leva-nos ao início da aviação em Portugal. Estão representadas as principais viagens aéreas dos Portugueses pelo mundo. Nas salas TAP – Transporte Aéreos Portugueses e ANA – Aeroportos de Portugal, o visitante encontra peças de elevado significado que contam a história das duas companhias. A exposição transporta o visitante numa viagem de mais de 100 anos pela história da aviação em Portugal, documentando a grande aventura do homem – VOAR.

Um comentário:

  1. Faça algo sobre o Algarve.O verão europeu leva muita gente do mundo inteiro para lá.
    Beijo

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