domingo, 17 de maio de 2015

2. Guia de Viagem a Las Vegas - As melhores dicas e razões para conhecer Las Vegas


Não há no mundo lugar com tanta diversão por metro quadrado para adultos do que em Las Vegas. Essa Disneylândia dos marmanjos foi criada no meio de um imenso deserto no Estado de Nevada, no sudoeste nos Estados Unidos. Apesar das dezenas de hotéis-cassinos, você pode passar dias e dias em Las Vegas sem apostar um mísero dólar e não parar de se divertir.
Você caminha ao longo de uma avenida, com cerca de sete quilômetros, e se depara com uma enorme pirâmide egípcia, um castelo medieval, a Estátua da Liberdade, os arranha-céus de Nova York, a Torre Eiffel, as gôndolas de Veneza, a Fontana de Trevi, um galeão de piratas, sósias de Elvis Presley, artistas de rua vestidos como super-heróis, chicanos distribuindo endereços de inferninhos, gente de todo mundo... Isto é Las Vegas, metrópole de arquitetura kitsch, a Disneylândia dos adultos fincada em plena região desértica de Nevada, no sudoeste dos Estados Unidos. A avenida em questão é a Strip, onde tudo acontece e a fervura é sempre alta, mesmo com o frio da noite, que chega depois de um dia de sol e ar seco que maltratam pele e garganta.
Em Las Vegas, onde luxuosos hotéis-cassinos pipocam por todo lado, há tanto o que fazer que dá para passar uma semana inteira se divertindo, sem colocar a mão numa ficha para apostar na roleta ou numa moeda para os caça-níqueis. Ok, o jogo é o motor desta cidade-fantasia, mas ninguém depende dele para aproveitar Vegas e sua rede de entretenimento que, por metro quadrado, não encontra rival no mundo.
Uma limusine pode buscá-lo no aeroporto; Elvis Presley pode cantar na cerimônia do seu casamento, realizada numa das inúmeras capelas locais; um helicóptero pode levá-lo ao Grand Canyon; o mágico David Copperfield é capaz de fazê-lo desaparecer no palco e surgir no fundo do teatro; o Cirque du Soleil certamente vai maravilhá-lo com seus oito espetáculos diferentes... E uma simples moedinha pode fazer uma máquina verter milhares de dólares para pagar essa brincadeira toda. Tudo é possível em Las Vegas, se divertir muito não custa tanto como se imagina.
Se você é daqueles que ainda têm um pé atrás com a capital do jogo ou nutre preconceito com este lugar tão fake, veja a seguir 30 razões para tirá-lo da defensiva e incentivá-lo a investir numa viagem que pode ser um dos melhores programas da sua vida. Caso você já tenha Vegas entre suas preferências, os 30 motivos servem como meta para uma overdose de diversão. Aposte em Vegas. Você não vai sair perdendo.

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Caminhar pela Strip
Em primeiro lugar, um pouco de contexto: Strip é o nome dado a um pequeno trecho da Las Vegas Boulevard – avenida que corta a cidade de norte a sul – que soma quase sete quilômetros. Curiosamente, passear, de preferência a pé, ao longo desta pequena extensão é uma das melhores coisas a se fazer durante a viagem. Melhor dizendo, é nesse perímetro, definitivamente, que o turista passará a maior parte do seu tempo de permanência na cidade. O porquê disso são os hotéis espalhafatosos e de arquitetura megalomaníaca que se sucedem ao longo da via. Juntos, eles somam cerca de 70 mil acomodações e abrigam verdadeiras cidades regadas a jogos, entretenimento e compras. Além disso, contam com baladas e bares próprios e ostentam réplicas de grandes monumentos do mundo, que chamam a atenção até do turista mais distraído.

Os opulentos hotéis-cassinos
Em 1931, os jogos de azar foram legalizados em Nevada, Estado onde Las Vegas está localizado. E a cidade rapidamente foi alçada ao posto de “capital da jogatina”, primeiro com os cassinos da Fremont Street, onde a cidade nasceu, e, mais tarde, nos anos de 1980, com os grandiosos complexos temáticos foram surgindo na Las Vegas Boulevard, mais conhecida como Strip. Ao entrar nesses empreendimentos, cuja arquitetura permite “viajar” do Egito ao tempo do mítico rei Artur, ou de Nova York a Paris e Veneza em poucos minutos, o cassino é uma das primeiras coisas que o turista vê, tomado de máquinas caça-níqueis, mesas de dados e de apostas esportivas, roleta, blackjack, pôquer – jogo de cartas popularíssimas por lá... Quem não sabe jogar pode apostar nas aulas gratuitas oferecidas por alguns cassinos, como o The Venetian e o The Sahara, situados na Strip; o Golden Nugget, no centro de Vegas; e os hotéis-irmãos Gold Coast e Suncoast, também fora da Strip. Depois, sem exagerados, resta testar os conhecimentos – com US$10 dá para fazer a festa nos caça-níqueis, que tem fichas custando meros cinco centavos de dólar.

Passeio de Gôndola
No hotel-cassino The Venetian, tudo remete, como seu nome diz, a cidade italiana de Veneza. Com uma riqueza de detalhes impressionante, o empreendimento reproduz as principais construções da Sereníssima, como a Praça São Marcos, o Palácio Ducal, o Campanário e a Ponte Rialto. O Canal Grande também se faz presente. Exibindo uma água transparente, muito diferente da água do canal original italiano. E é nele que estão as gôndolas e seus condutores, que, mais uma vez, numa cópia fiel de Veneza, trajam calça, camisa listrada, faixa na cintura e chapéu – e também soltam o gogó para embalar o passeio dos turistas, que podem chegar às lojas do The Grand Canal Shopper, o shopping do The Venetian, a bordo dessas embarcações. O tour custa US$20 para adultos e cada gôndola leva quatro pessoas. Também tem para casal, que tem que desembolsar US$80 pelo passeio.

Águas que dançam
O hotel Bellagio, que aparece com este mesmo nome no filme Onze Homens e Um Segredo – cujos oportunistas personagens, vividos pelos sedutores George Clooney, Brad Pitt e outros nove homens, planejam um assalto milionário a um cassino – é ladeado por um lago. Nele, está um sistema de fontes que totaliza mil dispositivos emissores de água, que por diversas vezes ao dia basta uma música ser tocada, seja ela um hit do momento, seja um clássico de Frank Sinatra (ou Elton John, Whitney Houston, Andrea Boccelli...) para que a fonte comecem a jorrar e a dançar, em movimentos que incrivelmente se sincronizam à canção.

No alto da Torre Eiffel
A réplica do cartão-postal da Cidade Luz é o símbolo não só do hotel-cassino Paris Las Vegas, mas também um dos maiores destaques da Strip, sempre aparecendo  nas fotos que mostram o contorno da avenida. Como no original francês, pode-se fazer uma refeição no restaurante no monumento, localizado no 11º andar. Subindo mais alto, admira-se um panorama privilegiado da cidade. A torre fica aberta das 09:30 à 0:30 e cobra entrada  de US$15 por pessoa. O Paris Las Vegas também tem uma réplica do Arco do Triunfo e tenta recriar o clima parisiense no Le Boulevard, área em que as lojas têm artigos franceses, como a Le Cave, que comercializa vinhos, e a Les Enfants, de brinquedos e jogos. Também há pontos de venda de óculos de sol, cristais e joias confeccionadas na terra de Victor Hugo.

Brinquedos tremendamente radicais
O complexo Stratosphere, localizado numa parte mais “calma” da Strip, sofreu uma renovação nos últimos anos no hotel e no cassino. O que não mudou e segue garantindo a adrenalina e os gritos dos visitantes são os quatro brinquedos radicais instalados em sua torre de 350 metros. No Skyjump, o aventureiro encara uma queda livre “controlada”, em que se despenca 270 metros a uma velocidade de até 40 km/h. O X-Scream, por sua vez, é uma espécie de montanha-russa, que projeta os participantes para fora da torre, com direito a subidas e descidas bruscas. Já o Insanity é um equipamento cujos “braços” se movimentam fora da torre, fazendo os “insanos” rodopiarem a uma velocidade de até 65 km/h. Ou seja, depois do assento em que se está, só existe a rua bem lá embaixo, a qual continua a girar por um tempo depois que o brinquedo para. O quarteto radical é completado pelo Big Shot, em que os participantes, presos em cadeirinhas, despencam em queda livre, subindo e descendo rapidamente, por 50 metros, a cada vez que são lançados. Quem prefere um passeio mais tranquilo pode simplesmente andar pelas áreas interna e externada torre – e mais uma vez vislumbrar o skyline de Vegas-, fazer uma refeição no restaurante Top of the World ou até dar uma penetrada, caso uma cerimônia esteja ocorrendo por ali. É que a capela de casamentos do Stratosphere também fica na torre que concentra os brinquedos.

Sobe e desce alucinante nas montanhas russas
Las Vegas é como um gigantesco parque de diversões a céu aberto. E como todo parque que se preze tem montanhas-russas emocionantes, a cidade faz questão de ostentar o brinquedo nas esquinas mais badaladas do epicentro turístico. Por isso, é com certa naturalidade que os passantes encaram a montanha-russa do hotel New York – New York, instalada na movimentada intersecção da Tropicana Avenue com a Strip. Ao passar pelo pedaço, ouvem-se os gritos abafados dos passageiros, que sofrem quedas verticais de até 53 metros, duas inversões, um meio looping e uma descida em espiral, antes de percorrer o telhado do cassino do hotel. Mas essa é apenas uma entre as atrações radicais à espera dos visitantes. Além do complexo Stratosphere, outros parques e hotéis têm brinquedos que dão frio na barriga, como o Circus Circus, dono da potente Canyon Blaster, montanha-russa que lança o passageiro a uma altura de 27 metros por uma sucessão de espirais, antes de devolvê-lo em segurança ao solo.

Bancando o investigador do seriado CSI Las Vegas
Os fãs de CSI Las Vegas não perdem por nada. E mesmo quem não vê a famosa série norte-americana pode se sentir um verdadeiro policial e cientista forense ao participar da CSI Las Vegas The Experience (csitheexperience.org),  no hotel MGM. A vivência de investigador da equipe de Gil Grisson começa com a escolha de uma entre três cenas de crime. O participante, então, munido de papeletes de investigação, tenta descobrir quem é o criminoso. É uma brincadeira bem interativa, com passagens pela sala do legista e por laboratórios. Não é difícil descobrir o criminoso, mas é bom fazer a “investigação” com, pelo menos, mais de uma pessoa, pois um tira a dúvida do outro. Ao final, você manda um relatório para o chefe Grisson, que, em vídeo, faz perguntas e, caso você resolva o caso, lhe dá parabéns. Custa oficialmente US$30, para adultos, mas dá para comprar por cerca de US$20 nas tendas de tíquetes de Las Vegas.

As superproduções do Cirque du Soleil
A trupe tem origem canadense, mas pode-se dizer que ela é mezzo de Las Vegas, já que mantém oito espetáculos fixos na cidade, o que nem de perto ocorre em qualquer outra cidade do mundo. O mais antigo deles é o Mystère, em cartaz, desde 1993, no Treasure Island. Em 1998, estreou no Bellagio o até hoje revolucionário O, que rola inteiramente numa piscina enorme e reúne, além de acrobatas e palhaços, nadadores e mergulhadores profissionais. Um clima de volúpia e sensualidade invade o palco e seduz a plateia do New York-New York, onde o Cirque du Soleil apresenta o Zumanity. No MGM, a atração é o fascinante Kà, que conta a história de dois irmãos gêmeos que, separados, enfrentam uma jornada cheia de perigos e aventuras até se reencontrarem. Para representar a história, os integrantes misturam acrobacias, artes maciais e pirotecnia, entre outros elementos, sem mencionar o equilíbrio. É que o cenário é uma plataforma móvel que, num dos atos, fica inteiramente na vertical, forçando os acrobatas a se equilibrarem sobre lanças arremessadas em direção ao palco. Em 2008, a trupe apostou nos incomuns e espetaculares truques de ilusionismo de Criss Angel, que, no palco do Luxor, protagoniza Believe. Ingressos à venda no cirquedusoleil.com, nas bilheterias dos hotéis e nos postos de venda MGM Mirage, em Las Vegas.
Outras duas produções do Cirque du Soleil apostam na música inesquecível de dois ícones do rock: Elvis Presley, o “rei” do ritmo, e os Beatles, que revolucionaram e marcaram o estilo para sempre. Por meio de um narrador e de um personagem, que estão sempre no palco, e ao som de canções do grupo, as quais ganharam nova roupagem, Love é dedicado aos quatros garotos de Liverpool. O espetáculo, em cartaz no Mirage, repassa toda a trajetória da banda. E ainda faz um flashback da vida dos Fab4, principalmente de John Lennon e de Paul MacCartney, mostrando dramas familiares e outros momentos deles antes da fama. No luxuoso hotel Aria, o Viva Elvis se utiliza de projeção de imagens de filmes, entrevistas e documentários sobre o cantor – e de duas músicas, claro – para embalar e emocionar a plateia. Um dos pontos altos da apresentação é quando um grupo de acrobatas, vestidos de super-heróis, faz números especulares numa cama elástica, em referência às histórias em quadrinhos de super-heróis que o “rei” tanto curtia.
É comum para o Cirque du Soleil lotar os teatros dos maiores hotéis da Strip, onde a companhia se exibe para um público de aproximadamente 10 mil pessoas todas as noites. Em alguns desses espetáculos, a diversão e o encantamento começam antes do show. Motivo: a trupe, em parceria com a empresa Entertainment Benefits Group, vende ingressos VIP, que matam a curiosidade de quem quer chegar mais cedo, espiar os bastidores do espetáculo e conhecer um pouco da história e dos “segredos” da trupe. O tíquete está disponível para os espetáculos “O” e “Love”, exibidos no teatro do Bellagio e no do The Mirage, respectivamente. Terminados os shows, as mordomias continuam com a entrada liberada numa balada dos dois hotéis. Informações em bestofvegas.com.

Entre tigres, tubarões e flamingos
Os hotéis da Strip também são um lugar onde as crianças se divertem. E adultos que gostam de animais, idem. Nesse sentido, o Mandalay Bay exibe o Shark Reef, um aquários todo envidraçado e cortado por um túnel percorrido pelos visitantes, no qual nadam diferentes espécies de tubarão. No The Mirage, há o Jardim Secreto de Siegfried e Roy, povoado por tigres, leões-brancos, panteras e até um leopardo-da-neve. Ainda lá, é uma graça o Hábitat dos Golfinhos, casa de vários desses mamíferos, os quais pertencem à espécie nariz-de-garrafa. Leões também tematizam uma área no MGM e, como o nome indica, o Flamingo Hotel tem uma ala dedicada a essa ave de intensa cor rosa, onde também vivem cisnes, patos, tartarugas e peixes.

Sereias seduzem piratas em plena Strip
Junto ao hotel-cassino Treasure Island, na Strip, fica um navio pirata que, mesmo de dia, chama a atenção dos passantes por causa do porte e da perfeição da réplica. À noite, então, quando a embarcação serve de palco para o Sirens of TI (Sereias do Treasure Island), muita gente para o passeio para acompanhar o desenrolar deste show. Com muitas luzes, fogos, cenas de ação, danças e cantoria, a apresentação mostra belas sereias tentando atrair à sua enseada um bando de piratas renegados. O choque entre as sedutoras criaturas aquáticas e suas “presas” transforma a história do século 17 em um espetáculo à altura do que sempre se espera encontrar na cidade. E o que é melhor, não precisa pagar nada. Os hóspedes do Treasure Island têm outro plus: uma área VIP para assistir ao show, que ocorre às 19, às 20:30 e às 22 horas. Nos meses de outono e inverno no Hemisfério Norte (setembro a março), há uma apresentação extra às 17:30 horas, enquanto durante a primavera/verão (março a setembro), o espetáculo também pode ser visto às 20:30 horas.

As longas temporadas de shows de música, comédia e ilusionismo
A cada ano, uma nova leva de cantores, comediantes, mágicos e ilusionistas consagrados desembarcam em Las Vegas para se apresentar nos principais palcos da cidade. O epicentro dos shows é o teatro Colosseum, do Caesars Palace. Superproduções, efeitos especiais e figurinos impressionantes estão por trás das apresentações, mas o que realmente impressiona é a duração das temporadas. Normalmente 2, 3 anos ou mais. Elton John, nos últimos anos já fez mais de 250 apresentações.

Musicais e outras incríveis apresentações
A fama de Las Vegas vem da jogatina, mas cada vez mais os turistas também a visitam levando em conta os espetáculos que estão em cartaz, que fazem da cidade uma espécie de filial da Broadway no Oeste americano. Como de praxe, é nas casas de shows dos hotéis mais badalados de Vegas que as superproduções ganham a ribalta. No The Venetian, por exemplo, há uma apresentação permanente de Phantom ( O Fantasma), ambientada em um cenário que é uma réplica da Ópera de Paris. E uma curta caminhada dali, no Mandalay Bay, multidões se reúnem todas as noites para assistir ao clássico o Rei Leão. Outro espetáculo que ganhou os palcos de Vegas é o Jersey Boys, que mescla jazz, rock e sapateado para contar a história da extinta banda The Four Seasons. Fora do circuito de superproduções da Broadway, o destaque é o espetáculo Le Rêve, apresentado pelo luxuoso hotel Wynn e ambientado em uma imensa piscina, onde artistas executam acrobacias, passos de balé e coreografias provocantes.

O lado sexy e provocante da Cidade do Pecado
Como uma das alcunhas locais é “cidade do pecado”, faz todo sentido Vegas aproveitar a fama para também mostrar shows sensuais. No entanto, engana-se quem espera encontrar por lá apenas bares decadentes, com garotas fazendo strip-tease sobre o balcão. Este tipo de apresentação também rola nas casas de shows dos principais hotéis. É o caso do complexo Stratosphere, que há dez anos mantem em cartaz o espetáculo Bite. As estrelas do show são garotas vestidas como vampiras – ou, melhor, que usam uma capa e bem pouca roupa por baixo disso -, as quais realizam coreografias e acrobacias provocantes. No MGM, o show é o Crazy Horse Paris, que mistura passos de balé e jazz, executadas por dançarinas seminuas. No Bally’s, o que se vê é um verdadeiro circo. Mulheres com fantasias carnavalescas desfilam, dançarinas fazem topless e ginastas executam coreografias, digamos, sugestivas. Ainda que em número bem menor, os homens também fazem a alegria do mulherio. No hotel Rio, eles abrem o show fantasiados de cowboys, policiais, bombeiros e encerram o expediente seminus. Entre uma coisa e outra, cantam, atuam e se misturam à plateia para dançar.

Poucas noites com tantas baladas
Las Vegas ganhou sua primeira casa noturna em 1930 e, com ela, mesas de carteado, apresentações de jazz e um bar (ainda que a Lei Seca estivesse em vigor). Desde então, essa casa fechou, abriu e fechou de novo, mas dezenas de outras a substituíram, apostando na combinação entre jogo, álcool, música e entretenimento para movimentar as noites da cidade. Uma delas é a Gallery Nightclub, no Planet Holywood, balada que acumula filas imensas. Mas quem consegue entrar se joga na pista ao som de black, house e hip-hop. A história é a mesma no Vanity Nightclub, no Hard Rock Hotel. Depois da espera, chega-se a um salão que lembra o interior de um fliperama, com paredes tomadas por luzes piscantes e azulejos brilhantes, onde toca música eletrônica e hip-hop. Baladas ao ar livre também existem em Vegas, caso da Nikki Beach Las Vegas, no Planet Hollywood, que conta com um lounge à beira de um lago e uma pista de dança montada numa ilha artificial. Mas isso é apenas uma prévia dos agitos do lugar, que inclui a participação especial de uma garçonete, que, fantasiada, faz uma entrada triunfal e segue até as mesas para servir champanhe aos baladeiros.

Passear, festejar ou se exibir de limusine pela cidade
Cidade onde os excessos e a extravagância são permitidos, Las Vegas pede um meio de transporte à altura. Por isso, não causa estranhamento ver limusines circulando pelas ruas da cidade em plena luz do dia – a quantidade desses carrões, literalmente, é ainda maior a noite, bem como a animação e o teor alcoólico e quem está a bordo. Assim, fazer um tour de limo, como os veículos são chamados em inglês, é algo relativamente comum e facilidade com que o passeio pode ser agendado é mais um motivo para amar Vegas. Então, com tudo conspirado a favor do aluguel do veículo, por não aproveitas? O “possante” pode ser usado em trajetos curtos, como o percurso ao longo da Strip, com parada no show do Bellagio e na emblemática placa de entrada da cidade. Cair na estrada, esticando o passeio até a Represa Hoover Dam ou o Monte Charleston também não é má ideia. E como se está em Vegas, é quase obrigação usar a limo para se deslocar até a balada ou o cassino. Ou para os dois, quem sabe. Há, ainda, quem aproveite o carro como palco para despedida de solteiro ou esquenta de balada. Informações: lasvegaslimo.com.

A cidade ainda mais aos seus pés
Fazer um passeio de helicóptero é a forma mais sofisticada, e certamente a mais eficiente, de ver por inteiro os arranha-céus e toda a loucura do cenário de Las Vegas – uma cidade tomada por imensos painéis luminosos, brinquedos radicais e hotéis com réplicas de monumentos famosos como a Torre Eiffel e a Estátua da Liberdade, tudo em meio ao deserto. São diversas as empresas que oferecem o voo, e o preço não varia muito entre uma e outra. O tour dura cerca de 15 minutos e é oferecido entre 6 e 22 horas. O horário mais legal para realizar o voo é ao entardecer, quando dá para ver o pôr do sol, a “plantação” de luzes de Las Vegas se acendendo e o pisca-pisca delas ao cair da noite. Veja o preço, por pessoa, nos sites:

Chefs estrelados e seus incríveis restaurantes
Como centro de gastronomia, Las Vegas figura com destaque não só na cena gastronômica norte-americana, mas também na mundial, visto que todos os principais hotéis têm restaurantes sob o comando dos mais prestigiados chefs. No The Venetian, há casas dos chefs Mario Batali, Thomas Keller, Emeril Lagasse e Wofgang Puck, que também têm restaurantes nos hotéis Caesars, The Palazzo, Mandalay Bay e MGM. Neste último, outros deliciosos destaques são o L’Atelier e o Joël Robuchon, mas sofisticado, ambos do chef francês de mesmo nome. O Jöel Robuchon é tão bom que está entre os vencedores do Las Vegas AAA Five Diamond, prêmio que escolhe as atrações top da cidade. Outros campeões gastronômicos foram o Alex, no Wynn; Guy Savoy, no Caesars Palace; e Picasso de Le Cirque, no Bellagio. Também marcam presença em Las Vegas os chefs Alain Ducasse, com restaurante no Mandalay Bay; Nobu Matsuhisa, no Hard Rock Hotel  Cassino; e a brasileira Carla Pellegrino, no Tropicana. Fora a oportunidade de experimentar uma cozinha sofisticada, a vantagem é que na cidade os jantares podem sair mais em conta do que em um lugar do mesmo nível em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Nos Shoppings, grifes e grandes marcas
Las Vegas também é uma Meca do consumo. Basta andar na Strip ou nos hotéis para se deparar com uma infinidade de lojas. Vários dos hotéis-cassinos têm shoppings imensos, como o Caesars Palace, com o The Forum Shops e suas 160 lojas. Na mesma linha estão os centros comerciais Esplanade, no Wynn: Via Bellagio, no Bellagio; The Shoppers at The Palazzo, no hotel de mesmo nome; Mandalay Place, que conecta os hotéis Mandalay Bay e Luxor; o Cosmopolitan of Las Vegas, que traz uma grande lista de butiques exclusivas. Diferente é o The Grand Canal Shoppers, no The Venetian, em que gôndolas, como as de Veneza, levam a lojas de grifes, a exemplo de Burberry, Davidoff e Jimmy Choo. Marcas de luxo como Cartier, Dior, Prada e Hermés estão no Crystal, centro de compras ultraluxuoso e com a arquitetura mais arrojada de Vegas. O bom é que não faltam shoppings em que os preços da maioria das lojas são mais acessíveis, caso do Miracle Mile, no Planet Hollywood, e do The Fashion Show. Outra concentração de lojas fica no fim da Strip, na Town Square.

Compre muito, gaste pouco
Quem pretende abusar das compras, sem esfolar o bolso, encontra alguns bons endereços para praticar este “esporte”. Nos outlets locais, as lojas básicas (Tonmy Hilfiger, GAP, Levi’s, Reebok, Adidas...) e as de grife (Armani e Calvin Klein, entre outras) dão desconto de 25% a 65% do preço original. Em cada ponta da Strip há um: o Las Vegas Premium Outlets North e o Las Vegas Outlets South. Também vale perambular pela H&M do Caesars Palace, maior loja da rede no mundo. Lá estão as tendências da moda a preços baixíssimos, com peça que custam menor que US$20. Também tem a queridíssima das brasileiras, a imensa Forever 21 no Fashion Show. Sair da Strip é outra forma de encontrar bons preços. O Boulevard Mall, um dos maiores shopping de Nevada, traz lojas americanas famosas, como American Eagle e Footlocker. Confira ainda o Fashion Outlets of Las Vegas; o Galleria Mall, a 20 km da cidade; e o The Meadows Mall, que oferece transporte saindo de centro e onde estão as lojas de departamento Macy’s, Sears e J.C. Penney.

Para comer e se divertir pagando menor
Vários hotéis oferecem pacotes low cost para que os visitantes possam curtir sua infinidade de atrações. No New York-New York, por US$30, adquire-se o Value Passport, que inclui um coquetel no Center Bar, cerveja no Pour 24, uma volta na montanha-russa, coquetel no Nine Fine Irishment, uma bebida em mais um bar do hotel e entrada na balada ROK Vegas. Para um happy-hour, é famoso o Café Nikki, no Tropicana. Das 16 às 19 horas, todos os dias da semana, o bar oferece bebidas a um bom preço, entre US$ 10 e US$ 20 cada, e embala os participantes com sets preparados por DJs. Os hotéis também “liquidam” seus bufês de comida, oferecendo, a um preço fixo justo, o estilo “tudo o que você conseguir comer”. Os pratos, tipicamente americanos, não são lá essas coisas, mas vale para aquela hora da fome em que não se quer gastar muito. No MGM, o All-Day Meal é vendido a US$ 50, e inclui café da manhã, almoço e jantar, que devem ser consumidos no mesmo dia. No Excalibur, o passe Buffer All Day custa US$ 25. No Mirage, fazendo a refeição entre 15 e 17 horas, de segunda a sexta, o bufê sai a US$ 20. Mais um que vale a pena é o Buffet of Buffets Pass, que, por US$ 55, dá acesso a esse sistema de hotéis Caesars, Flamindo, Harrah’s, Imperial Palace, Paris, Planet Hollywood e Rio.

Lojas e Restaurantes temáticos
Para encher as sacolas com lembranças divertidas e a preços razoáveis, a dica é ir a algumas lojas temáticas de marcas famosas. É o caso da loja do Guinness World Records, o Livro dos Recordes, no The Shoppes, do Mandalay Place. Lá, há roupas, acessórios e diversas miudezas que celebram os 250 anos do Guinness. Campeã e audiência é a loja da Coca-Cola, a qual vende camisetas, relógios, coolers, cadeiras, copos, garrafas antigas da bebida e até roupas para cachorro com a temática do refrigerante. A cafeteria do lugar serve drinques e sobremesas com Coca-Cola e faz-se uma degustação com amostras da bebida feita ao redor do mundo. Pertinho fica a M&M’s World, loja que inclui prateleiras self-service, cheias de M&M’s de 22 cores -, bem como roupas, almofadas e até guitarras com a forma dos confetes de chocolate. E se a pessoa a ser presenteada gosta de rock, a melhor lembrança estará no Hard Rock Café, bar-restaurante que celebra as “feras” do rock, onde o must são as camisetas com o logotipo do empreendimento.

De artefatos do Titanic a obras de Monet
As exposições também entram na vasta gama de opções de entretenimento de Las Vegas, realizadas – adivinhe onde? – em vários hotéis da Strip. O Luxor exibe artefatos originais relacionados ao navio Titanic, como documentos dos passageiros, objetos decorativos da embarcação e uma parte do estibordo, com 30 toneladas. O hotel também sedia a exposição Corpos, que apresenta órgãos e partes de todo corpo conservados pelo processo de plastificação. Ainda mais excêntrica é a exposição do Erotic Heritage Museum, com obras de apelo erótico. Para contemplar uma arte mais tradicional, o hotel Bellagio conta com a The Bellagio Gallery of Fine Art, com trabalhos de Claude Monet, Roy Lichtenstein e David Hockney; e com a galeria do fotógrafo Jeff Mitchum, com imagens feitas por ele ao redor do mundo. Nos hotéis Mandalay Bay e Red Rock, também há uma boa variedade de obras, mesmo sem um  espaço expositivo convencional, pois são decorados com trabalhos de artistas contemporâneos: Arturo Herrera e Andy Warhol, no Mandalay Bay, e o  brasileiro Vik Muniz, no Red Rock.

Museu de cera Madame Tussauds
Dizer “sim” a um pedido de casamento feito pelo ator George Clooney, jogar golfe com o ídolo do esporte Tiger Wood e interagir com o casal hollywoodiano Angelina Jolie e Brad Pitt são fantasias distantes para muitos. Mas no Museu Madame Tussauds, junto ao The Venetian, esses sonhos quase viram realidade, já que dá para interagir com os bonecos. Lá estão expostas cerca de cem figuras de celebridades, feitas de cera em tamanho natural, com incrível semelhança às personalidades de carne e osso. Assim, é possível encarar o lutador norte-americano de UFC Chuck Liddell ou fazer um dueto com a cantora Gwen Stefani. Mas o “trabalho” mais difícil é bancar o presidente dos EUA. Ainda bem que o visitante fica poucos minutos sentado na réplica do Salão Oval da Casa Branca, sem tempo de ter preocupações como as de Barack Obama.

A boa e velha Fremont Street
A Fremont é uma rua emblemática por remontar à fundação da cidade, em 1905, e por ser o berço dos cassinos e da vida noturna local. Ali surgiu o primeiro hotel de Vegas, o Nevada, de 1906, ainda hoje na ativa sob o nome de Golden Gate Hotel & Casino. Desde os anos de 1980, por causa das constantes novidades na fervilhante Strip, a rua perdeu boa parte do glamour de outrora. Mas a Fremont mantém seu brilho com a realização de um espetáculo de som e luzes e de shows musicais gratuitos. A região oferece, ainda, uma tirolesa – atividade em que o visitante cruza a antiga rua preso a um cabo de aço, suspenso a cerca de cinco metros do chão. O pedaço também tem boas mesas de jogos, em cassinos mais acessíveis e com as melhores taxas de reembolso, devolvendo até 98% do que se aposta nas máquinas. É o caso do Golden Nugget, onde bastam US$ 5 para entrar numa rodada de blackjack. Os restaurantes do pedaço têm preços mais em conta, caso do Fremont Paradise Buffet. O mesmo vale para as lojas de roupas e suvenires. É o lugar certo para curtir sem torrar tantos dólares numa só noite.
Num ponto do old fashioned Fremont Street, que é fechado ao trânsito de carros, há uma cobertura de metal com 12,5 milhões de lâmpadas de LED.  Todas as noites, em horários predeterminados e ao som de muita música, elas acendem e piscam para dar “vida” à sensacional Fremont Street Experience (vegasexperience.com). Neste espetáculo, um moderno sistema – capaz e formar 60 imagens por segundo e nada menos que 16 milhões de combinações de cores, coordenadas ao som de 550 mil watts de potência -, cria imagens perfeitas. O resultado são “homenagens” temáticas e para lá de coloridas, como à música American Pie e às bandas Queen e Kiss.

A emblemática represa Hoover Dam
Pouco mais de 50 km separam Las Vegas de uma das mais impressionantes obras de infraestrutura pública dos Estados Unidos: a Represa Hoover Dam, construída na fronteira entre os Estados do Arizona e de Nevada. Por mais incoerente que possa parecer encaixar uma visita a uma barragem na programação de uma viagem a Las Vegas, e por maior que seja a preguiça de trocar uma tarde no cassino ou nas compras por uma hora de carro na estrada, a decisão de visitá-la é compensada assim que se chega ao local. Os números ajudam a entender um pouco do impacto que ela provoca. Construída sobre um cânion no Rio Colorado, a barragem é um paredão de concreto sem fim, com 220 metros de altura, 13 metros de espessura no topo e 600 de base – e a história da construção é tão interessante quanto este visual. Erguida a Grande Depressão, nos anos de 1930, para resolver o problema das cheias do Rio Colorado no lado de Nevada, ela levou cinco anos para ser erguida. Foram gastos US$ 676 milhões na obra, que custou a vida de 96 funcionários envolvidos no trabalho.

Grand Canyon, por terra ou pelo ar
Se não fosse pelo grande número de excursões ao Grand Canyon que parte de Vegas, pouca gente se lembraria que esta maravilha da natureza pode ser visitada desde lá. De carro até a entrada sul do Parque Nacional do Grand Canyon, acesso mais usado, são 446 km. Dá para ir com carro alugado ou nas excursões de ônibus vendidas em vários pontos da Strip. É um percurso demorado e, por isso, vale esticar um pouco a viagem e pernoitar na região. O visual é quase lunar, com rochedos avermelhados a se perder no horizonte, moldados pelo Rio Colorado há bilhões de anos. Os passeios por lá são variados e vão desde uma caminhada pela trilha asfaltada até raftings e trekkings. Mas, se o tempo for curto, melhor fazer um sobrevoo de helicóptero. A Maverick (maverickhelicopters.com), por exemplo, oferece tours com duração mínima de três horas e preços a partir de US$ 350. O passeio inclui parada no Grand Canyon para apreciar a vista, com direito a lanche e champanhe, e passa também sobre a Barragem Hoover Dam, a Skywalk – passarela de vidro que avança 21 metros sobre o cânion – e a Strip. Consulte também as empresas Heli USA (heliusa.com), StarLine (starline-tours.com) e Scenic (scenic.com) para mais opções de pacotes realizados a bordo de um helicóptero.

Diga “I do” (Eu aceito) em Vegas
Cerca de 100 mil casamentos são celebrados por ano na cidade, sem contar os casais que fizeram renovação de votos e os que optaram por uma cerimônia de compromisso, sem valor legal. Com um número desses, bem como a ausência de burocracia no processo e a estrutura surreal para atender aos mais extravagantes pombinhos, Las Vegas também é a capital dos casamentos, realizadas nos hotéis, a bordo de uma limusine ou de um helicóptero que sobrevoa o Grand Canyon, num navio pirata e, ufa, nas capelas da Strip. Entre elas estão a Graceland (gracelandchapel.com), onde se casou o cantor Jon bom Jovi; a Vica Las Vegas (vivalasvegasweddings.com), que tem a cerimônia celebrada por um sósia de Elvis Presley. A elegante Chapel of the Flowers (littlechapel.com), primeira a transmitir as cerimônias por internet e Skype; e a procurada Little White Chapel (alittlewhitechapel.com), palco do casório de vários famosos, como Bruce Willis e Demi Moore e Mia Farrow com Franck Sinatra. Além dos hotéis e capelas, há empresas especializadas em organizar casamentos na cidade, caso da LV Wedding Connection (lvwedding-connection.com).

Diversão em promoção
É um erro viajar para Las Vegas e querer economizar com comida e lazer. Com centenas de baladas e cassinos, espetáculos em cartaz o ano inteiro e restaurantes que abrangem da calórica culinária americana a degustações de vinhos e raras iguarias, a cidade demanda que se tenha dinheiro. Mas, para os pães-duros convictos, a boa-nova é que alguns resorts de Las Vegas oferecem esses serviços a preços reduzidos. Juntos, Bally’s, Caesars Palace, Flamingo, Harrah’s, Imperial Palace, Paris, Planet Hollywood e Rio comercializam uma série de passes que garantem acesso às áreas comuns e serviços dos hotéis participantes. Com o All Stage Pass, (US$ 99) é possível assistir a até 20 espetáculos nos teatros desses hotéis num período de 48 horas. Já o Nightclub Pass (US$ 70) é um cartão para baratear a ida às baladas, de quinta a domingo. Durante este período, a entrada nas boates dos hotéis é liberada entre 20 horas a meia-noite.
Facilidades para se locomover

Perambular na Strip é uma grande pedida, mas quando o cansaço bater use o transporte local, que cobre bem as regiões da cidade que mais interessam aos turistas. Uma opção é embarcar no monorail (lvmonorail.com), trenzinho que corta a Strip e tem estações juntos aos hotéis: MGM Grand, Bally’s/Paris Las Vegas, Flamingo/Caesars Palace, Harrah’s/Imperial Palace, Las Vegas Hilton e Sahara. O monorail, que também para junto ao Las Vegas Convention Center, funciona de segunda a quinta, das 7 às 2 horas, e, entre sexta a domingo, das 7 às 3 horas. Cada bilhete custa US$ 5 e os passes, US$ 12, válido por um dia, e US$ 28, válido por três dias. Também dá para pegar os ônibus double-decker The Douce. A principal linha, chegando atém o centro de Vegas. Isso que dizer que pontos como o Las Vegas Premium Outlets South e a Fremont Street são alcançados pelos ônibus, que todos os dias funcionam, 24 horas. Preço: US$ 5, por duas horas, US$ 7, por um dia e US$ 20, por três dias.



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