quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Guia de Viagem a Paris - Dicas das Atrações Turísticas de Paris



Paris é charmosa e elegante. É um sonho em forma de cidade, símbolo da cultura francesa, que recebe anualmente quase trinta milhões de visitantes. Tem uma grandiosa arquitetura, museus com ricos acervos, lojas de alta costura e deliciosos restaurantes. A Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, a famosa Avenida Champs-Élysées, os passeios de barco pelo Rio Sena, o Museu do Louvre, a Catedral de Notre-Dame, a Basílica de Sacré-Coeur e os cabarés, com dançarinas de can-can, são alguns dos clássicos que você não pode perder na cidade. Nenhum destino oferece tantas opções de passeios como a Cidade Luz.


Principais atrações turísticas de Paris (seguindo a ordem dos Distritos –Arrondissements)

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Musée du Louvre – Distrito 1

O museu mais famoso do mundo ė, na verdade, um combinado de vários museus em um só espaço.

Apesar de hoje ser mais conhecido como sendo Museu, na verdade o Louvre é um Palácio no qual, desde 1793, está instalado o Museu. Foi construído em 1190, pelo Rei Filipe II, e o projeto inicial incluía uma grande muralha e o castelo foi concebido para ser uma fortaleza para proteger Paris dos ataques Vikings. Somente no século XVI foi realizada uma grande reforma onde o prédio ganhou contornos e influências renascentistas e a muralha foi demolida.

É o maior e mais visitado museu do mundo, com mais de 8 milhões de visitantes por ano, ocupando um espaço de 60.600 m2. Dividido em oito seções, abriga mais de 35.000 obras permanentes, com esculturas e pinturas dos mais famosos artistas do mundo espalhadas pelos cômodos. A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, a Vênus de Milo, o Código de Hamurabi e esculturas de Michelangelo estão entre os destaques. Outro ponto marcante ė a pirâmide de vidro construída em 1988, que tem muitos mitos associados.

É impossível conhecer o Museu do Louvre num único dia. Portanto, se planeje para não perder tempo. Vá ao site do museu (http://www.louvre.fr/), veja com comprar os bilhetes, horários de funcionamento, a planta do museu e outras informações para melhor aproveitamento do tempo.

Se não consultou o site, após a entrada no Museu você também receberá um folder com a Planta do Museu. Veja as principais atrações e vá direto aos “blockbusters”, onde se encontra a Monalisa, a Vitória de Samotrácia e a Vénus de Milo.

Todo primeiro domingo do mês as portas estão abertas gratuitamente ao publico.


Metrô: Palais Royal ou Louvre-Rivoli
Horários e ingressos consulte o site.

Jardin des Tuileries – Distrito 1
O charmoso jardim em estilo francês foi concebido em 1666 por André Lê Notre, jardineiro real a época de Luís XIV. O jardim integra a paisagem bem ao lado do Sena, que vai do Louvre até a Champs-Élysées. Todo conjunto com lagos, as lindas folhas de tília espalhadas pela parte central e as esculturas conferem ao lugar um charme de épocas passadas.
O nome é originário do solo argiloso que servia à fabricação de telhas – ou Tuiles. O jardim é um ótimo exemplo de como Paris sabe, há séculos, embelezar o ambiente urbano. Antes de ser convertido em jardim, com 1,5 quilômetros de comprimento, o espaço era ocupado por uma descarga pública. Hoje, é uma bela ligação entre o Louvre e a Praça da Concórdia, onde está o obelisco de Luxor, vindo do Egito (veja no obelisco como foi o transporte e a sua montagem). O caminho central está alinhado como eixo monumental de Paris, que compreende o Arco do Triunfo, o Obelisco, o Louvre e a Praça da Bastilha.
Metrô: Concorde


Palais Royal – Distrito 1
Desde que foi construído no século 17 já funcionou como residência do cardeal Richelieu e da família Orleans e até abrigou um cassino. Só em 1876 ė que o governo decidiu transforma-lo em sede do Conselho de Estado, do Conselho Constitucional e do Ministério da Cultura. Seus janelōes tem vista privilegiada dos jardins, que são um refugio aos visitantes, pois entre as arcadas estão restaurantes, galerias de arte e lojas. O conjunto de colunas listradas de preto e branco espalhadas por 3 mil metros quadrados, obra do escultor Daniel Buren, serve de cenário para fotografias.

Metrô: Palais Royal - Louvre
Horários: das 07:00 às 23:00 horas
Ingresso: Grátis


Conciergerie – Distrito 1

Sob o nome Palais de La Cité, a atual Conciergerie serviu de residência da família real francesa até 1391, quando foi transformada na primeira prisão de Paris. Entre os presos ilustres durante a Revolução Francesa, estavam a rainha Maria Antonieta, que saiu da sua cela direto para a Place de La Concorde, onde foi guilhotinada, Danton e Robespierre. Durante a Revolução foram mais de 2.600 presos. A bela arquitetura em estilo medieval e a reconstituição de algumas celas faz da Conciergerie um ponto turístico. O calabouço onde Maria Antonieta ficou presa foi transformado em uma capela a pedido da família real.
Metrô: Citê, Châtelet ou Saint-Michel
Horário: das 09:30 às 18:00 horas
Ingressos: 6,50 euros. Menores de 17 anos, grátis


Place Vendôme – Distrito 1

Apesar de pequena e simples, é considerada uma das mais bonitas praças da cidade. Localizada ao norte do Jardim das Tulherias e a leste da igreja de La Madeleine é o ponto de início da Rue de la Paix. Sua arquitetura deve-se a Jules Hardouin-Mansart, que concebeu em 1699 um plano urbanístico ao qual os proprietários dos imóveis deviam seguir. Apesar de sua concepção datar de 1699, foi preciso esperar até 1893 para que a primeira joalheria fosse instalada, a Boucheron.
Aqui se encontram as mais prestigiadas joalherias e bancos do mundo e o famoso Hotel Ritz e já teve moradores ilustres, como Chopin.
A coluna da praça foi construída em 1810, com o bronze de 1200 canhões, para festejar a vitória de Austerlitz e homenagear os soldados franceses.
Metrô: Opera

Sainte-Chapelle - Distrito 1
A Sainte-Chapelle terminou de ser construída em 1248 para ser a capela do palácio real. Embora seja imponente vista de fora, é o seu interior que ganha os maiores segredos dessa obra. O visitante ao chegar no segundo andar fica maravilhado. São enormes e esplêndidos vitrais que enchem de cor e luz a charmosa capela. Com mais de 15 metros de altura, os vitrais, um ao lado do outro, mais do que artefatos de decoração, contam uma passagem da Bíblia. A aquisição de algumas relíquias, como a coroa de espinhos de Cristo e fragmentos da Verdadeira Cruz, a transformaram em um local ainda mais especial.
Metrô: Cité, Châtelet ou Saint-Michel

Les Grands Boulevards - Distrito 2
Antigas fortificações da cidade até o século 17 foram transformadas em largas avenidas de passeio. Assim são os oito bulevares, entre eles o Madeleine, Montmartre, Capucines e St-Martin, que vão da igreja La Madeleine até a Place de la République e formam os Grands Boulevards, zona muito conhecida pelos turistas de Paris. Em sua época áurea, eram tomados por cafés e lojas de grifes. Embora tenha havido algumas mudanças, continuam com um charme peculiar e atraem muitos visitantes.
Metrô: Grands Boulevards


Catedral de Notre-Dame - Distrito 4
Nenhuma outra construção está tão associada à história de Paris como a Notre-Dame. A catedral começou a ser construída em 1163 e inaugurada por volta de 1340. Em seu interior, a catedral abriga quase 200 vitrais e em seu tesouro, a coroa de espinhos que teria sido posta sobre a cabeça de Cristo, cuja a autenticidade não é 100% garantida.
O altar, os vitrais e sua própria maquete são magníficos, além do enorme sino no topo da torre sul que toca em ocasiões especiais, como o Natal. São quase 300 degraus até o topo da torre, mas o esforço vale a pela bela vista de Paris
Uma das mais belas catedrais góticas do mundo foi palco de diversos acontecimentos históricos: o processo de reabilitação de Joana D’Arc, a coroação de Napoleão Bonaparte, em 1804, e a missa da liberação da França da ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
Metrô: Cité ou Saint-Michel.
Horários e Ingresso - Site oficial Notre Dame

Place des Vosges - Distrito 4
Uma das mais belas do mundo, a praça quadrada foi cenário de muitos acontecimentos históricos e morada de personagens da nobreza e intelectualidade francesa, caso de Madame de Sévigné e do escritor Vitor Hugo. As residências de ambos, instaladas ao redor da praça, são hoje museus abertos à visitação. Além disso, alguns imóveis que circundam Des Vosges abrigam hoje comércio, restaurantes e docerias.
Com o nome de Place Royale, foi inaugurada em 1602, para o casamento de Luis XIII. Até meados do século 17, foi palco de duelos. Trata-se do primeiro conjunto urbanístico homogêneo: a praça é um quadrado, com laterais de cerca de 100 metros. Em volta dela, quatro pavilhões perfeitamente simétricos, com teto em ardósia, arcadas e janelas de pedra branca e paredes de tijolos aparentes.
Metrô: Bastille ou Saint-Paul.


Hôtel de Ville - Distrito 4

O prédio da prefeitura de Paris é, na verdade, uma reconstituição do edifício original destruído em 1871. Majestosa, a construção margeada por uma praça com jardins e fontes é uma atração no bairro. No seu interior, a pompa rege o estilo dos ambientes, entre eles, um salão de baile lendário, e local onde o prefeito recebe para banquetes e festas.
A atual sede do governo municipal já foi palco de execuções de presos no passado. É uma construção bastante elaborada, com torres e estátuas, esbanjado luxo e riqueza em cada detalhe.
Metrô: Hótel-de-Ville
Horários: de segunda a sexta, agendando pelo telefone 08 2000 7575.

Place de La Bastille - Distrito 4
Da prisão que recebeu o Marquês de Sade e se tornou símbolo da Revolução Francesa, restam poucos vestígios. Para vê-los, é preciso entrar na estação de metrô Bastille e ir até a plataforma de embarque da linha 5, em direção a Bobigny. No fatídico 14 de julho de 1789, data da Tomada da Bastilha, a prisão já estava praticamente desativada. Os revolucionários tomaram o prédio pelo que ele simbolizava. Atualmente, em passeatas, os manifestantes se penduram na coluna erguida em homenagem às vítimas da revolução de 1830. Nos dias calmos, jovens lotam os bares que a circundam e as escadarias da Ópera da Bastilha.
Metrô: Bastille

Ópera Bastille – Distrito 4
Projetado pelo arquiteto uruguaio Carlos Ott e inaugurado 1989, tornou-se a principal instalação do National Ópera Paris, principal companhia de ópera da França. A maioria de ópera performances são mostradas em "Bastille", juntamente com alguns de ballet performances e concertos sinfônicos.
O local dispõe de 2700 poltronas, uma sala para concertos e um estúdio.
Metrô: Bastille

Centro Georges Pompidou - Distrito 4
A construção impressionante, cuja estrutura está a mostra, é sustentada por enormes vigas de aço e tem pavilhões inteiramente vazados. Mais de 600 arquitetos de diferentes países participaram do concurso para projetar o prédio. Venceram Renzo Piano e Richard Rogers, com suas tubulações aparentes coloridas.
O complexo abriga o Musée National d’Art Moderne e outras atividades do Centro Pompidou. Entre os artistas que têm suas obras expostas no museu, estão Miró, Pollock e Picasso. No último andar, aproveite o restaurante.
Todos os anos, mais de 5 milhões de pessoas visitam o museu, que abriga uma coleção permanente de arte moderna, além de exposições temporárias de artistas contemporâneos.
Compre ingresso pela internet, para não perder tempo na fila de da bilheteria e entrada.
Metrô: Rambuteau

Panthéon - Distrito 5
Harmônica combinação de arquitetura grega e elementos góticos, o prédio foi planejado por Luiz XV para ser uma igreja, mas jamais chegou a cumprir sua missão. A imponente catedral estava quase pronta quando a Revolução Francesa eclodiu com todo o seu laicismo, afastando qualquer possibilidade de uso religioso da obra. Desde estão, o prédio se transformou em um mausoléu dos grandes intelectuais franceses: René Descartes, Rousseau, Voltaire, Émile Zola e Alexandre Dumas estão enterrados nele. No térreo, uma espécie de relógio gigante reproduz o pêndulo de Foucaut, experiência científica que se valeu da perfeição arquitetônica da abóbada para comprovar o movimento de rotação da Terra.
Metrô: Cardinal Lemoine

Jardin des Plants - Distrito 5
Foi o primeiro jardim real de plantas medicinais da França, criado em 1626 pelos médicos de Luís XIII.
Além da tranquilidade de uma extensa área verde com vários espaços para brincadeiras com crianças, este jardim acolhe o Museu de História Natural, organizado em três galerias. A maior delas, a Grande Galerie de l’Évolution, abriga uma série de animais empalhados que mostra a evolução das espécies. De pequenos besouros a girafas, o acervo se organiza por classe de animais. A iluminação é um espetáculo à parte, simulando tempestades, o frio e o calor. A Galerie de Paléonthologie, com fósseis, e a Galerie de Minéralogie, com rochas e minerais, têm informações apenas em francês. O Museu conta ainda com aquário, estufas e um dos zoológicos mais antigos do mundo, fundado por Napoleão.
Metrô: Gare de d’Austerlitz ou Jussieu.

Sorbonne - Distrito 5
No Quartier Latin, a universidade foi fundada em 1257 por Robert de Sorbon, daí a origem do nome Sorbonne, aos pés da colina Ste-Geneviéve e ainda ostenta traços da construção barroca. É uma das mais antigas e respeitadas do mundo até os dias de hoje e teve alunos ilustres como Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre e até o Papa Bento XVI.
Metrô: Clony La Sorbonne

Saint-Germain-des-Prés - Distrito 6
A igreja mais antiga de Paris foi construída entre 511 e 538 a mando do rei Childeberto, e quase foi ao chão algumas vezes por causa dos ataques Vikings, mas na virada do milênio foi restaurada por Abbot Moradem. Durante a Revolução Francesa, teve uso como depósito de munição e um incêndio destruiu parcialmente algumas áreas, posteriormente demolidas para a construção da Place Saint-Germain-des-Prés.
No seu jardim está uma escultura de Picasso em homenagem ao seu amigo e colega do movimento cubista, o poeta Guillaume Apollinaire.
Metrô: Saint-Germain-des-Prés.

Saint-Sulpice - Distrito 6
Localizada na praça de Saint-Sulpice, é a segunda igreja mais alta da cidade, depois de Notre-Dame, e foi construída sobre os cimentos de um antigo templo romano. Janelas enormes dão luminosidade ao interior. Observe na coluna que marca a hora do dia projetando uma sombra no chão, obra do astrônomo e joalheiro inglês Henry Sully, que construiu uma linha de latão no piso paralela aos meridianos da Terra, que se esconde até o obelisco de mármore na parede e ascende 11 metros pela parede.
A igreja barroca serviu de inspiração para importantes trechos da trama do livro de Dan Brown, O Código Da Vinci. A inventiva história criada pelo autor fez tamanho sucesso que, logo, muitos turistas passaram a visitar o lugar para ver as iniciais P e S, as quais, segundo ele, significariam Priorado de Sião, uma sociedade secreta guardiã do Santo Graal. Para desmentir as afirmações de Dan Brown, foi esculpido em uma das pilastras um recado derrubando as histórias do livro, portanto não entre lá com o best-seller na mão.
Ali, há um afresco de Delacroix na Chapelle des Anges, e uma das obras primas de Servadoni está na Chapelle de la Madone.
Metrô: Saint-Sulpice.

Jardins de Luxemburgo - Distrito 6
No bairro Quartier Latin, em frente ao boulevard Sait-Michel, é o maior parque público da cidade, perfeito para relaxar, caminhar ou fazer piquenique. O largo espaço arborizado e os vastos gramados, com belas estátuas, tornam este ambiente um grande balão de oxigênio no centro. Sua construção mais imponente é o Palácio de Luxemburgo, construído no século 15 para servir de residência de Maria de Medicis, mãe do Rei Luis XIII.
Metrô: Notre-Dame des Champs e Luxembourg.

Torre Eiffel - Distrito 7
Símbolo de grandiosidade e que eternizou Paris é um show de imponência e beleza. É uma bela estrutura de ferro desenhada pelo engenheiro francês Gustave Eiffel, que foi escolhida entre vários outros projetos em um concurso de design para homenagear a Revolução Francesa, durante a Exposição Universal. Inaugurada em 1889 no Campo de Marte, ali deveria permanecer por 20 anos. Ao final deste tempo, a intenção era derrubar a estrutura, só que não foi ao chão por causa de sua utilidade como antena de rádio.
Ao ser construída, tinha 312 metros e foi considerada o monumento mais alto do mundo durante 41 anos. Com as instalações de várias antenas, sua altura foi diversas vezes modificada, até chegar aos atuais 324 metros.
A subida para os três andares é acessível por elevadores e é emocionante, já que, além de estar dentro de um dos mais importantes monumentos do mundo, você pode ver toda Paris aos seus pés. Pode-se avistar tudo o que estiver no raio de 72 km, a começar pelo Palais de Chaillot e o Jardins Trocadéro, do outro lado do Sena.
A torre se tornou um ícone de Paris e é visitada por quase 7 milhões de pessoas por ano.
Metrô: Bir-Hakeim, Passy ou Tracadéro.
Horários: 09:30 às 23:00 horas – elevadores – 09:30 às 18:30 horas – escadas.
Durante o verão, abre 30 minutos antes e fecha uma hora depois.
Dica: Há lotes de ingressos com hora marcada no site oficial da Torre (http://www.toureiffel.paris/), para o segundo andar e para o topo.

Champ-de-Mars - Distrito 7
A área dos jardins que vai da Torre Eiffel até a Escola Militar era, no início, dedicada exclusivamente ao desfile de cadetes. Hoje, é usada também para corridas de cavalo, embarque para passeio de balão e missas para comemorar a Revolução. O monumento à paz mundial de Jean-Michel-Willmotte também enfeita o jardim, que, no verão, se torna um lugar perfeito para um piquenique no fim da tarde, bem em frente para a monumental Torre.
Metrô: École Militaire.

Musée d’Orsay – Distrito 7
Instalado em uma antiga estação de trem, no Quai d’Orsay, às margens do Rio Sena, o museu mantém uma coleção que abrange todas as obras produzidas, principalmente, por artistas ocidentais entre 1840 e 1914. Lá estão obras de Monet, Degas, Cézanne, Matisse, Rodin, Ingres, Millet e Corot.
O Quai d’Orsay é o nome de um cais na margem esquerda do rio Sena, que se estende entre a Torre Eiffel e o Palácio Bourbon, onde fica a Assembleia Nacional Francesa e o Hôtel de Lassay.
Metrô: Solférino
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Hotel des Invalides - Distrito 7
A imponente construção que dá o nome ao lugar foi erguida em 1676 por Luis XIV, para acolher os feridos da guerra. No centro, impossível não notar cúpula dourada da igreja Dôme, que levou 27 anos para ser finalizada. É ali, no centro da cripta, que se encontra o túmulo de Napoleão Bonaparte, cujo último pedido foi para que suas cinzas repousassem às margens do Sena.
Hoje, abriga o Museu do Exército Francês, uma dos mais famosos do gênero do mundo.
Metrô: La Tour Maubourg.

Musée Rodin - Distrito 7
Na esquina do boulevard des Invalides fica o museu dedicado ao excepcional escultor francês Auguste Rodin, tido como o maior escultor do país do século 19. Boa parte de suas obras estão expostas pelos jardins e no interior do museu. Como destaques estão esculturas O beijo, Eva e O pensador, a mais famosa do mundo. O jardim vale um vista também pelas duas mil roseiras espalhas em lindos canteiros.
Metrô: Varenne.

Avenida Champs-Élysées - Distrito 8
Cenário do desfile anual do Dia da Bastilha é a avenida mais charmosa de Paris e uma das mais famosas do mundo. Agradável para caminhar, comer e fazer compras. É repleta de lojas de grifes, como Louis Vuitton, Ferrari, Abercrombie & Fitch, Cartier, Guerlain, Lacoste, Aigle, Banana Republique, The Kooples, Eric Bombard e até da brasileira Havaianas. A avenida começa como o monumento Arco do Triunfo e termina na Praça da Concórdia.
Se o seu desejo é muito mais luxo, concentre-se no chamado “Triângulo de Ouro”, que a Champs-Elysées forma com as avenidas Montaigne e George V. É ali que estão instaladas as mais importantes grifes do mundo, além de hotéis refinados e restaurantes dos sonhos.
Metrô: Charles de Gaulle Étoile, George V, Franklin D. Roosevelt, Champs Élysées Clemenceau.

Arco do Triunfo - Distrito 8
Idealizado por Napoleão para servir de porta de entrada das tropas francesas no retorno das guerras de conquista, o Arco do Triunfo ė presença marcante na luxuosa Champs-Elysees. O arco triunfal exibe obras dos grandes escultores da metade do século 19. Mas ė preciso subir ao seu topo para perceber com exatidão a sua imponência histórica, além de ter uma das belas vistas de Paris, mostrando as 12 avenidas que nascem do arco. Na monumental obra estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais e na sua base está o Túmulo do soldado desconhecido, com uma pira (1920).
Em 2008, a grande sala interna ganhou instalações interativas e telas táteis, em que é possível acompanhar animações com informações históricas sobre o monumento e a cidade. Um filme projetado no chão reconstrói cenas de diversas épocas que se passaram sobre o arco, simulando que os visitantes estão flutuando a 31 metros do solo.
Metrô: Charles-de-Gaulle Étoile.

Place de La Concorde - Distrito 8
Um dos lugares mais emblemáticos de Paris, a praça construída em 1754 por Luís XV ė marcada por momentos históricos e foi palco da morte de inúmeras pessoas, entre elas a rainha Maria Antonieta. Em um dos cruzamentos mais importantes da cidade, o espaço aberto em formato de um octógono, fica cercada pela Champs Élysées, Jardin des Tuileries e Louvre e tem como destaque o Obelisco de Luxor, duas fontes e oito estátuas simbolizando cidades francesas.
Metrô: Concorde.

Grand e Petit Palais - Distrito 8
Construídos para a Exposição Universal de 1900, os dois pavilhões ficam em frente à Ponte Alexandre III, a mais bela de Paris, com suas esculturas douradas. O Grand Palais abriga exposições temporárias de pintura e escultura. Já o Petit Palais, abriga o museu da Escola de Belas Artes de Paris e seu acervo de mais de 1.300 obras do século 19. Há ali telas de Delacroix, Ingres, Géricault, Carpeaux e também algumas obras da Escola Barbizon, na qual se destacaram pintores paisagistas como Corot e Millet. Ótimo lugar para um café são os jardins do Palácio.
Metrô: Champs-Élysées Clemenceau ou Concorde.


                               La Madeleine - Distrito 8
Esta é uma das igrejas mais conhecidas da cidade por sua localização privilegiada, bem ao lado das Grands Boulevards, e por suas proporções exageradas. Foi ali que Napoleão decidiu erguer um templo dedicado à glória militar. O projeto finalizado em 1845 tem interior inteiro de adornos em mármore e dourado, além de belas esculturas, como o Batismo de Cristo e a de Maria Madalena subindo ao céu.
Esculturas de Lemaire adornam a fachada com imagens do Juízo Final, e os portões são representações dos dez mandamentos. Acima do altar, observe o afresco de Jules-Claude Ziegler A História do Cristianismo, que mostra Napoleão Bonaparte entre figuras bíblicas. O órgão usado na celebração das missas é um dos maiores de Paris.
Metrô: Madeleine.

Ópera Garnier - Distrito 9
O suntuoso edifício foi uma encomenda de Napoleão III ao arquiteto Charles Garnier, cujo nome batizou o monumento. Sua estrutura é um tanto quanto peculiar devido à mistura de materiais como bronze, mármore, mosaicos e de estilos arquitetônicos, indo do clássico ao barroco. O salão interno adornado por anjos de gesso, folhas douradas e veludo vermelho recebe os visitantes para grandes espetáculos e apresentações de balé. Nas noites de calor, suas escadarias são concorridas pelos jovens que passam por ali para papear, ouvir músicas e curtir a majestade desse prédio histórico.
É considerada uma das obras primas da arquitetura de Paris. Tem capacidade para quase 2.000 espectadores. O teto tem uma linda pintura de Marc Chagall. Uma lenda dizia que, embaixo da Ópera existia um lago alimentado pelo Rio Grange Batelière. Dessa lenda surgiu o célebre romance “O Fantasma da Ópera”, e Gaston Leroux.
Metrô: Ópera.

Montparnasse - Distrito 14
No final do século 18, galerias subterrâneas foram abertas no sul de Paris para abrigar os restos mortais do Cemitério dos Inocentes, no Centro, que seria desativado. De frente para as escavações, estudantes se reuniam para declarar poemas. Assim surgiu o nome, Montparnasse, referência a Parnaso, morada de poetas na Grécia antiga. A tradição literária se perpetuou e, no início do século 20, instalaram-se ali escritores, artistas plásticos de intelectuais. A colônia americana chegou a partir de 1920: Henry Miller, Man Ray, Hemingway. Além deles, Jean Cocteau, Picasso, André Breton e, um pouco mais tarde, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir circularam pelo bairro. Alguns viviam em quartos de hotel e comiam nas brasseries do quartier, econômicas na época. A boemia intelectual emprestou fama ao lugar, hoje marcada por cafés e restaurantes caros, frequentados por turistas. Passeie pelos bulevares Raspail e Montparnasse, uma das esquinas mais charmosas de Paris, e pela Rue da La Campagne Première, local da cena do filme Acossado, e Godard (1959).
Metrô: Montparnasse, Raspail ou Edgar Quinet.

Montmartre - Distrito 18
Até o início do século 19, era uma colina verdejante, com moinhos e vinhedos. Pintores, escultores, escritores e boêmios se instalaram ali nas últimas décadas do século, dividindo espaço com operários. Artistas como Renoir, Picasso, Matisse, Braque e Toulouse-Lautrec imortalizaram becos e paisagens, ruas íngremes e jardins escondidos. Hoje, turistas inundam a Place Du Tertre e vendedores de bugigangas entopem o acesso ao funicular. Mesmo assim para fugir da muvuca, basta sair do roteiro básico e se perder pelas ladeiras. Prepare-se para subir e descer as ruas de paralelepípedos usando sapatos confortáveis.
A colina que já no tempo dos gauleses se destinava a lugar de culto, e atualmente é uma área histórica da cidade onde se localiza a Basílica de Sacré Cœur. É famosa por seus cafés, estúdios e clubes noturnos, como o Moulin Rouge.
Metrô: Abbesses, Pigale, Anvers, Blanche.

Basílica de Sacré-Cœur - Distrito 18
É na parte alta da Colina de Montmartre que se encontra um dos monumentos mais visitados da França e símbolo do bairro. A Basílica do Sagrado Coração ou simplesmente Sacré-Couer. Construída em mármore travertino, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpula, incluindo a cúpula centro de 80 metros de altura. Na torre mais alta, se encontra o maior sino do país com três metros de diâmetro e 26 toneladas. No interior, há um enorme mosaico de 475 metros quadrados representando o Sagrado Coração de Jesus.
É o cartão postal mais vendido da cidade, apesar de sua arquitetura discutível – construída entre 1875 e 1914, já era considerada ultrapassada quando ficou pronta. Do alto dela, porém, tem-se uma belíssima visão de Paris. A melhor hora para ver a cidade é ao nascer do sol.
Essa basílica é um dos cartões postais de Paris, que pode ser visitada e virou um point lotado de turistas. Construída entre 1876 e 1910, lá de cima tem-se uma espetacular vista da cidade, um lugar realmente especial!
Metrô: Abbesses, Pigale, Anvers, Blanche.


 Muro dos "Eu te Amo"
Um lugar onde o amor é dito de várias formas, em plena cidade que é um destino dos apaixonados por excelência. O muro dos “Eu te amo” ou Le mur des “Je t’aime” é, como o próprio nome já diz, uma parede que fica na Place des Abesses, um micro parque em Montmartre, conta com a frase “eu te amo” escrita 311 vezes em 250 línguas e já passou a ser ponto de encontro para casais que visitam Paris. Ao contrário dos outros muros que separam pessoas, cidades e limitam fronteiras, esse muro é um lugar de união, que procura mostrar o amor e a paz para quem vai lá.  
A idéia foi de Frédéric Baron, que começou pedindo para amigos e vizinhos escreverem “Eu te amo” no seu idioma materno. Conseguiu juntar 3 grandes pastas com “Eu te amo”. Com a ajuda de Claire Kito, artista que fez a caligrafia dos escritos imitando as originais, e de Daniel Boulogne, especialista em muros pintados, surgiu o “mur des je t’aimes”, feito em azulejos azuis e com 40m².
Metrô: Abbesses


Moulin Rouge - Distrito 18
Cabaré criado em 1889, famoso no mundo todo. Seu can can, tema de uma tela de Toulouse-Lautrec, é apresentado até hoje. O espetáculo bem produzido e de alta tecnologia, com pouco mais de uma hora de duração, conta ainda com números de magia e diversas coreografias.
Antigo cabaré utilizado para divertimento dos franceses em relação às francesas que ali trabalhavam. Hoje usado como ponto turístico.
Metrô: Blanche.


La Défense – Fora dos distritos

Centro financeiro, a oeste da cidade Paris, no final da linha 1 do metrô. O grande arco foi projetado pelo arquiteto dinamarquês Otto von Spreckelsen. A Grande Arche de la Défense é um cubo oco de 112 metros de altura, coberto de mármore branco e vidro, aberto no centro, apoiado por 12 pilares de 30 metros cada, inaugurado em 1989, nas comemorações dos 200 anos da Revolução Francesa. Como está alinhado com o eixo monumental de Paris, do alto dele, vêem-se o Arco do Triunfo, a Champs-Élysées, o Obelisco e o Louvre.
A área abriga os maiores e mais altos edifícios da área urbana de Paris. Com 314.000 m², seus 72 edifícios de vidro e aço, incluem 14 arranha-céus acima de 150 metros, com 150.000 trabalhadores diários e 3,5 milhões de metros quadrados de espaços de escritórios.
La Défense é considerado o maior centro empresarial moderno da Europa.
Metrô: La Défense – Linha 1

Palácio de Versalhes – Fora dos distritos
Localizado na cidade de Versalhes, a maior atração turística do mundo. Construído por Luís XIV para abrigar toda a corte, designava o poder, a glória e a riqueza do Rei Sol (Luís XIV). Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É um dos pontos turísticos mais visitados de França e recebe em média oito milhões de turistas por ano. O palácio localiza-se e a três quarteirões da estação ferroviária.
Metrô: RER Linha C – Versailles - Rive Gauche.

Disneyland Resort Paris – Fora dos distritos
Complexo turístico Disney com várias opções de entretenimento, incluindo dois parques multitemáticos, Disneyland e Walt Disney Studios. É a atração turística mais visitada da Europa.
Metrô: RER Linha A – Marne-la-Valée.

Parc Astérix – Fora dos distritos
É um parque de atrações a 30 km ao norte de Paris, baseado nos quadrinhos dos gauleses Asterix e Obelix, que os romanos insistem em querer dominar. Não é muito grande e um dia é o suficiente para conhecê-lo e se divertir bastante. São 32 brinquedos espalhados em 6 áreas: a Gália, o Império Romano, a Grécia Antiga, os Vickins, o Egito e "Através do Tempo".
Ideal para crianças acima de 3 anos, com carrossel, mini-chapéu mexicano, trenzinho e passeio de barco no rio.
Opções para chegar:
- de carro (40 minutos de Paris),
- ônibus fretado a partir do aeroporto em vários horários
- ônibus fretado a partir do estacionamento sub-solo do Louvre (é necessário reservar).

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